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	<title>Blog de Rua</title>
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	<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 04:54:21 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Olim lacus colueram</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/52</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 04:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center">Â <span class="Apple-style-span" style="color: #ff0000; font-size: 18px">Como Ã‰ Que Se Diz Isso em Latin?</span></p>
<p><font size="3"> </font><font size="3">
<p style="text-align: center">Â <a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/12/gse_multipart15931.jpg" title="gse_multipart15931.jpg"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/12/gse_multipart15931.jpg" alt="gse_multipart15931.jpg" /></a></p>
<p>Â 
<p align="JUSTIFY"><strong>VÃ­deo Telefone</strong> - telephonium albo televisifico coniunctum</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Rush Hour</strong> - tempus maximae frequentiae</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Tomar EsterÃ³ides</strong> -  usus agonisticus medicamenti stupecfactivi</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Interpol</strong> - publicae securitatis custos internationalis</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>FBI</strong> - officium foederatum vestigatorium</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Best Seller</strong> - liber maxime divenditus</p>
<p align="JUSTIFY">Se tem uma coisa que eu gosto Ã©  o som  do Latin. O latin Ã© uma lÃ­ngua quase morta. Depois de seus tempos de glÃ³ria como lÃ­ngua oficial do ImpÃ©rio Romano, agora ela Ã© oficial somente em um paÃ­s em que a populaÃ§Ã£o nÃ£o chega a 800 pessoas: o <a href="http://www.vatican.va" target="_blank">Vaticano</a>. Se vocÃª tiver oportunidade de visitar o Vaticano, nÃ£o deixe de ir atÃ© um caixa eletrÃ´nico onde vocÃª poderÃ¡ ver as mesangens da tela em latin.</p>
<p align="JUSTIFY">As palavras acima sÃ£o do novo LÃ©xico lanÃ§ado pelo Vaticano que inclui novas expressÃµes na lÃ­ngua.estÃ¡ lanÃ§ando nessa semana com muitas atualizaÃ§Ãµes na lÃ­ngua.</p>
<p align="JUSTIFY">Â Â </p>
<p></font></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">Â <span class="Apple-style-span" style="color: #ff0000; font-size: 18px">Como Ã‰ Que Se Diz Isso em Latin?</span></p>
<p><font size="3"> </font><font size="3">
<p style="text-align: center">Â <a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/12/gse_multipart15931.jpg" title="gse_multipart15931.jpg"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/12/gse_multipart15931.jpg" alt="gse_multipart15931.jpg" /></a></p>
<p>Â 
<p align="JUSTIFY"><strong>VÃ­deo Telefone</strong> - telephonium albo televisifico coniunctum</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Rush Hour</strong> - tempus maximae frequentiae</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Tomar EsterÃ³ides</strong> -  usus agonisticus medicamenti stupecfactivi</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Interpol</strong> - publicae securitatis custos internationalis</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>FBI</strong> - officium foederatum vestigatorium</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Best Seller</strong> - liber maxime divenditus</p>
<p align="JUSTIFY">Se tem uma coisa que eu gosto Ã©  o som  do Latin. O latin Ã© uma lÃ­ngua quase morta. Depois de seus tempos de glÃ³ria como lÃ­ngua oficial do ImpÃ©rio Romano, agora ela Ã© oficial somente em um paÃ­s em que a populaÃ§Ã£o nÃ£o chega a 800 pessoas: o <a href="http://www.vatican.va" target="_blank">Vaticano</a>. Se vocÃª tiver oportunidade de visitar o Vaticano, nÃ£o deixe de ir atÃ© um caixa eletrÃ´nico onde vocÃª poderÃ¡ ver as mesangens da tela em latin.</p>
<p align="JUSTIFY">As palavras acima sÃ£o do novo LÃ©xico lanÃ§ado pelo Vaticano que inclui novas expressÃµes na lÃ­ngua.estÃ¡ lanÃ§ando nessa semana com muitas atualizaÃ§Ãµes na lÃ­ngua.</p>
<p align="JUSTIFY">Â Â </p>
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		<title>Via lata gradior</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/51</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 22:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Com o PÃ© no Mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Â <center><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/pmb.jpg" /></center>Â 
<p align="JUSTIFY">Enquanto via um filme sobre a Africa do Sul, fui relembrando os anos em que vivi no paÃ­s, mais especificamente na cidade de Pietermaritzburg (foto acima). Uma cidade atraente onde fica um dos campus da <a href="http://www.ukzn.ac.za" target="_blank">Universidade de Natal</a> onde estudei. A cidade Ã© famosa por alguns marcos histÃ³ricos na histÃ³ria da Ãfrica do Sul e do mundo: Ghandi morou na cidade e, depois de sofrer um ato de discriminaÃ§Ã£o na estaÃ§Ã£o de trem local, resolveu lutar contra injustiÃ§as sociais. A cidade Ã© a capital da provÃ­ncia (estado) de KwaZulu-Natal. O nome KwaZulu vem do fato do estado ser ou estar dentro do reino Zulu, que Ã© a maior tribo sul africana, o nome Natal foi dado por Vasco da Gama que chegou Ã  regiÃ£o no natal de 1497.</p>
<p align="JUSTIFY">Lembro-me das minhas muitas idas de bicicleta ao centro da cidade, principalmente para visitar a Biblioteca PÃºblica, que tem o melhor acervo de mÃºsica que jÃ¡ vÃ­ em uma biblioteca: sÃ£o milhares de CDs, fitas e partituras que podem ser retirados. Uma vez por semana eu estava lÃ¡ trocando os CDs. Tornei-me cliente assÃ­duo. Tenho saudades. Saudades de um tempo bom em que o estudo era o centro de tudo. sinto falta das muitas caminhadas com os amigos pelo bairro em que morava, Scottsville, os muitos pique-niques no jardim botÃ¢nico, a igreja anglicana de SÃ£o Lucas que frequentava em que o padre Ciryl acompanhava-nos, eu e outros estudantes internacionais, com visitas regulares sempre preocupado com o nosso bem-estar. Tenho saudade dos meus professores e dos meus amigos de universidade e os &#8220;da rua&#8221;. Assim que puder, vou voltar Ã  Pietermaritzburg, vai ser diferente, eu sei, mas vai ser bom revÃªr algumas coisas e pessoas que ainda estÃ£o por lÃ¡. Â </p>
<p align="JUSTIFY">Fiquei muito feliz na semana passada quando recebi um email do amigo Carlos Stasi. Havia perdido o contato com o Carlos jÃ¡ por algum tempo. Eu e ele estudamos na Universidade de Natal: eu no campus de Pietermaritzburg envolvido com os muitos livros e preocupaÃ§Ãµes em escrever uma dissertaÃ§Ã£o de mestrado e ele no campus de Durban envolvido com muitos livros e prÃ¡ticas enquanto escrevia e a sua tese de doutorado em mÃºsica. Â Carlos voltou ao Brasil e vive dando aulas na sua Ã¡rea e tocando na Orquestra SinfÃ´nica do estado de SÃ£o Paulo.Â </p>
<p align="JUSTIFY">As fotos abaixo sÃ£o do campus da Universidade de Natal em Pietermaritzburg.</p>
<p align="JUSTIFY">Â </p>
<p>Â <center><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/unp51.jpg" /><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/unp31.jpg" /><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/unp61.jpg" /> </center><center><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/unp41.jpg" /></center>Â Â Â </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Â <center><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/pmb.jpg" /></center>Â 
<p align="JUSTIFY">Enquanto via um filme sobre a Africa do Sul, fui relembrando os anos em que vivi no paÃ­s, mais especificamente na cidade de Pietermaritzburg (foto acima). Uma cidade atraente onde fica um dos campus da <a href="http://www.ukzn.ac.za" target="_blank">Universidade de Natal</a> onde estudei. A cidade Ã© famosa por alguns marcos histÃ³ricos na histÃ³ria da Ãfrica do Sul e do mundo: Ghandi morou na cidade e, depois de sofrer um ato de discriminaÃ§Ã£o na estaÃ§Ã£o de trem local, resolveu lutar contra injustiÃ§as sociais. A cidade Ã© a capital da provÃ­ncia (estado) de KwaZulu-Natal. O nome KwaZulu vem do fato do estado ser ou estar dentro do reino Zulu, que Ã© a maior tribo sul africana, o nome Natal foi dado por Vasco da Gama que chegou Ã  regiÃ£o no natal de 1497.</p>
<p align="JUSTIFY">Lembro-me das minhas muitas idas de bicicleta ao centro da cidade, principalmente para visitar a Biblioteca PÃºblica, que tem o melhor acervo de mÃºsica que jÃ¡ vÃ­ em uma biblioteca: sÃ£o milhares de CDs, fitas e partituras que podem ser retirados. Uma vez por semana eu estava lÃ¡ trocando os CDs. Tornei-me cliente assÃ­duo. Tenho saudades. Saudades de um tempo bom em que o estudo era o centro de tudo. sinto falta das muitas caminhadas com os amigos pelo bairro em que morava, Scottsville, os muitos pique-niques no jardim botÃ¢nico, a igreja anglicana de SÃ£o Lucas que frequentava em que o padre Ciryl acompanhava-nos, eu e outros estudantes internacionais, com visitas regulares sempre preocupado com o nosso bem-estar. Tenho saudade dos meus professores e dos meus amigos de universidade e os &#8220;da rua&#8221;. Assim que puder, vou voltar Ã  Pietermaritzburg, vai ser diferente, eu sei, mas vai ser bom revÃªr algumas coisas e pessoas que ainda estÃ£o por lÃ¡. Â </p>
<p align="JUSTIFY">Fiquei muito feliz na semana passada quando recebi um email do amigo Carlos Stasi. Havia perdido o contato com o Carlos jÃ¡ por algum tempo. Eu e ele estudamos na Universidade de Natal: eu no campus de Pietermaritzburg envolvido com os muitos livros e preocupaÃ§Ãµes em escrever uma dissertaÃ§Ã£o de mestrado e ele no campus de Durban envolvido com muitos livros e prÃ¡ticas enquanto escrevia e a sua tese de doutorado em mÃºsica. Â Carlos voltou ao Brasil e vive dando aulas na sua Ã¡rea e tocando na Orquestra SinfÃ´nica do estado de SÃ£o Paulo.Â </p>
<p align="JUSTIFY">As fotos abaixo sÃ£o do campus da Universidade de Natal em Pietermaritzburg.</p>
<p align="JUSTIFY">Â </p>
<p>Â <center><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/unp51.jpg" /><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/unp31.jpg" /><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/unp61.jpg" /> </center><center><img src="http://www.nosrevla.com/fotos/unp41.jpg" /></center>Â Â Â </p>
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		<title>Feror ego veluti sine nauta navis</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/50</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 22:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<category><![CDATA[Vivendo nos EUA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="font-family: Times; line-height: normal"> </span>
<p align="JUSTIFY"><font size="4" color="red"><center>Welcome to Boston</center></font></p>
<p align="JUSTIFY">Se vocÃª morre de medo de ratos nÃ£o venha Ã  Boston. Sinceramente, eu nunca morei em um lugar com tantos ratos Ã  volta de maneira tÃ£o fÃ¡cil. Uma das melhores atraÃ§Ãµes enquanto vocÃª espera o metrÃ´ na plataforma Ã© contar quantos ratos, dos tamanhos mais variados, andam livremente para lÃ¡ e par cÃ¡ entre os trilhos. Se preferir, dÃª um passeio pelos muitos jardins da cidade, mas nÃ£o confunda um rato com um esquilo. Sabe o que Ã© pior nessa histÃ³ria toda? eu jÃ¡ morei no terceiro andar de um prÃ©dio de apartamentos, que era frequentemente visitado por visitado um desses inusitados hÃ³spedes. Ã‰ que eles se cansavam de morar no porÃ£o do prÃ©dio (onde fica a lavanderia) e resolviam mudar-se para lugar mais apropriado Ã s suas necessidades, eles saÃ­am de fÃ©rias para o andar de cima. Felizmente, o prÃ©dio em que moro hoje nunca houve esse problema. Rato Ã© rato e Ã© nojento em qualquer lugar, seja em Boston ou na Disneylandia.</p>
<p align="JUSTIFY">&nbsp;</p>
<p>Â </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="font-family: Times; line-height: normal"> </span>
<p align="JUSTIFY"><font size="4" color="red"><center>Welcome to Boston</center></font></p>
<p align="JUSTIFY">Se vocÃª morre de medo de ratos nÃ£o venha Ã  Boston. Sinceramente, eu nunca morei em um lugar com tantos ratos Ã  volta de maneira tÃ£o fÃ¡cil. Uma das melhores atraÃ§Ãµes enquanto vocÃª espera o metrÃ´ na plataforma Ã© contar quantos ratos, dos tamanhos mais variados, andam livremente para lÃ¡ e par cÃ¡ entre os trilhos. Se preferir, dÃª um passeio pelos muitos jardins da cidade, mas nÃ£o confunda um rato com um esquilo. Sabe o que Ã© pior nessa histÃ³ria toda? eu jÃ¡ morei no terceiro andar de um prÃ©dio de apartamentos, que era frequentemente visitado por visitado um desses inusitados hÃ³spedes. Ã‰ que eles se cansavam de morar no porÃ£o do prÃ©dio (onde fica a lavanderia) e resolviam mudar-se para lugar mais apropriado Ã s suas necessidades, eles saÃ­am de fÃ©rias para o andar de cima. Felizmente, o prÃ©dio em que moro hoje nunca houve esse problema. Rato Ã© rato e Ã© nojento em qualquer lugar, seja em Boston ou na Disneylandia.</p>
<p align="JUSTIFY">&nbsp;</p>
<p>Â </p>
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		<title>similis sum folio</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/49</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 22:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Testes]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/12/church.jpg" alt="church.jpg" /></p>
<p>Â 
<p style="text-align: center"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold">VocÃª sabe qual Ã© a diferenÃ§a entre uma basÃ­lica e catedral?</span>Â </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/12/church.jpg" alt="church.jpg" /></p>
<p>Â 
<p style="text-align: center"><span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold">VocÃª sabe qual Ã© a diferenÃ§a entre uma basÃ­lica e catedral?</span>Â </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gloriantur et letantur</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/47</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 21:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><span style="font-family: Times; line-height: normal" class="Apple-style-span"><font size="3"><center><font color="red" size="4">Morando Pelo Mundo</font></center></font></span>Â <span style="font-family: Times; line-height: normal" class="Apple-style-span"><font size="3"><span style="font-family: Georgia; line-height: 20px" class="Apple-style-span">Aqui vai, mais uma vez, uma relaÃ§Ã£o de cidades onde eu gostaria de morar em algum perÃ­odo de minha vida:</span></font></span><font size="3"><center>
<p align="JUSTIFY"><strong>Rio de Janeiro</strong>Â - jÃ¡ nasci e morei por lÃ¡. Morro de saudades.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Londres</strong>Â - simplesmente pelo encanto e charme da cidade.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Xai-xai (MoÃ§ambique)</strong>Â - Sou apaixonado por uma pequena ilha na costa da ProvÃ­ncia de Xai-xai. Prometi aos amigos de lÃ¡ que um dia iria morar por uns tempos com eles.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Berlin</strong>Â - Nunca tive vontade de visitar a Alemanha, quando o fiz apaixonei-me por Berlin.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Cidade do Cabo</strong>Â - Essa Ã© como se fosse uma irmÃ£ gÃªmea do Rio de Janeiro.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Nova York</strong>Â - gosto muito de morar em Boston. O Ãºnico lugar que ousaria mudar dentro dos EUA Ã© a cidade de Nova York, mais precisamente Manhattan.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>BasilÃ©ia</strong>Â - essa cidade SuÃ­Ã§a me faz pensar em uma cidade em miniatura. Tudo parece funcionar tÃ£o bem.</p>
<p></center></font></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Times; line-height: normal" class="Apple-style-span"><font size="3"><center><font color="red" size="4">Morando Pelo Mundo</font></center></font></span>Â <span style="font-family: Times; line-height: normal" class="Apple-style-span"><font size="3"><span style="font-family: Georgia; line-height: 20px" class="Apple-style-span">Aqui vai, mais uma vez, uma relaÃ§Ã£o de cidades onde eu gostaria de morar em algum perÃ­odo de minha vida:</span></font></span><font size="3"><center>
<p align="JUSTIFY"><strong>Rio de Janeiro</strong>Â - jÃ¡ nasci e morei por lÃ¡. Morro de saudades.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Londres</strong>Â - simplesmente pelo encanto e charme da cidade.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Xai-xai (MoÃ§ambique)</strong>Â - Sou apaixonado por uma pequena ilha na costa da ProvÃ­ncia de Xai-xai. Prometi aos amigos de lÃ¡ que um dia iria morar por uns tempos com eles.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Berlin</strong>Â - Nunca tive vontade de visitar a Alemanha, quando o fiz apaixonei-me por Berlin.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Cidade do Cabo</strong>Â - Essa Ã© como se fosse uma irmÃ£ gÃªmea do Rio de Janeiro.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Nova York</strong>Â - gosto muito de morar em Boston. O Ãºnico lugar que ousaria mudar dentro dos EUA Ã© a cidade de Nova York, mais precisamente Manhattan.</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>BasilÃ©ia</strong>Â - essa cidade SuÃ­Ã§a me faz pensar em uma cidade em miniatura. Tudo parece funcionar tÃ£o bem.</p>
<p></center></font></p>
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		</item>
		<item>
		<title>prosperitatis vario flore coronatus</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/43</link>
		<comments>http://blog.nosrevla.com/archives/43#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 02:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Boston]]></category>

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		<description><![CDATA[<h1>Pinturas de OutonoÂ </h1>
<p>Â <a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono1.JPG" title="outono1.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono1.JPG" alt="outono1.JPG" /></a><a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono2.JPG" title="outono2.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono2.JPG" alt="outono2.JPG" /></a>
<p style="text-align: justify">Â Ontem, segunda-feira, foi um Ã³timo dia para sair pela cidade de bicicleta com a cÃ¢mara na mÃ£o (a cÃ¢mara de um iPhone). Por aqui foi feriado, isso mesmo, mais um feriado. Dessa vez a naÃ§Ã£o comemorou o Dia de CristovÃ£o Colombo. O problema Ã© que muitos americanos acham que o feriado Ã© dedicado a Colombo porque ele descobriu a AmÃ©rica, nÃ£o o continente, mas o paÃ­s norte americano. Mas isso jÃ¡ Ã© assunto para outra conversa.Â </p>
<p style="text-align: justify">Estamos em pleno outono agora e as Ã¡rvores estÃ£o dando o seu espetÃ¡culo de muitas cores. O cenÃ¡rio Ã© bonito o clima estÃ¡ Â naquele estado indefinido, nunca se sabe se vai fazer sol, calor ou frio. O que Ã© certo mesmo Ã© que o vento vai soprar com forÃ§a em uma disputa interminÃ¡vel com as Ã¡rvores tentando fazer com que muitas folhas se destaquem e vÃ´em pelo ar produzindo uma beleza agradÃ¡vel e melancÃ³lica. No final, o vento sempre ganha. As Ã¡rvores abrem mÃ£o de suas folhas e reconhecem que o jeito Ã© aguardar quietinhas atÃ© que o outono seja vencido pelo inverno onde tudo parece parar no tempo. Toda essa calma sÃ³ vai ser quebrada pelas torrenciais chuvas de marÃ§o que trarÃ£o novas folhas e vida Ã s Ã¡rvores. Todos nÃ³s estaremos radiantes porque esse serÃ¡ o primeiro sinal da primavera e logo passarÃ¡ a chuva, as flores estarÃ£o estabelecidas e o majestoso sol vai brilhar forte no cÃ©u a ponto de fazer-nos esquecer de que atÃ© pouco tempo estÃ¡vamos cobertos de neve. Vai tambÃ©m criar a doce ilusÃ£o em nossas mentes de que nunca mais haverÃ¡ invernos porque nÃ£o Ã© possÃ­vel ter um inverno com um calor desses. Esse engano serÃ¡ rapidamente corrigido quando sentirmos na face o primeiro soprar do vento carregando jÃ¡ as primeiras folhas coloridas. O cÃ­clo recomeÃ§a!</p>
<p style="text-align: justify">A impressÃ£o que tenho Ã© de que cada estaÃ§Ã£o do ano chega como se viesse para ficar para sempre. Como houvesse se estabelecido entre nÃ³s para ficar. A realidade Ã© a de que o que comeÃ§a a partir de um crescendo, atinge o Ã¡pice e sÃ³ entÃ£o diminuindo, sendo empurrado por uma forÃ§a maior que Ã© a estaÃ§Ã£o que vem seguinte.Â </p>
<p style="text-align: justify">Agora Ã© a vez do outono. Agora Ã© tempo de olhar para as Ã¡rvores e vislumbrar a beleza das folhas que vÃ£o mudando de cor como se alguÃ©m estivesse pintando um grande quadro e a cada dia vai dando um retoque de cores aqui e ali atÃ© que chega a perfeiÃ§Ã£o e chega tambÃ©m a hora de pintar um outro quadro e tudo comeÃ§a mudar de novo. Tudo de novo!Â </p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono3.JPG" title="outono3.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono3.JPG" alt="outono3.JPG" /></a><a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono4.JPG" title="outono4.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono4.JPG" alt="outono4.JPG" /></a></p>
<p style="text-align: center">Â <a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono5.JPG" title="outono5.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono5.JPG" alt="outono5.JPG" /></a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Pinturas de OutonoÂ </h1>
<p>Â <a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono1.JPG" title="outono1.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono1.JPG" alt="outono1.JPG" /></a><a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono2.JPG" title="outono2.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono2.JPG" alt="outono2.JPG" /></a>
<p style="text-align: justify">Â Ontem, segunda-feira, foi um Ã³timo dia para sair pela cidade de bicicleta com a cÃ¢mara na mÃ£o (a cÃ¢mara de um iPhone). Por aqui foi feriado, isso mesmo, mais um feriado. Dessa vez a naÃ§Ã£o comemorou o Dia de CristovÃ£o Colombo. O problema Ã© que muitos americanos acham que o feriado Ã© dedicado a Colombo porque ele descobriu a AmÃ©rica, nÃ£o o continente, mas o paÃ­s norte americano. Mas isso jÃ¡ Ã© assunto para outra conversa.Â </p>
<p style="text-align: justify">Estamos em pleno outono agora e as Ã¡rvores estÃ£o dando o seu espetÃ¡culo de muitas cores. O cenÃ¡rio Ã© bonito o clima estÃ¡ Â naquele estado indefinido, nunca se sabe se vai fazer sol, calor ou frio. O que Ã© certo mesmo Ã© que o vento vai soprar com forÃ§a em uma disputa interminÃ¡vel com as Ã¡rvores tentando fazer com que muitas folhas se destaquem e vÃ´em pelo ar produzindo uma beleza agradÃ¡vel e melancÃ³lica. No final, o vento sempre ganha. As Ã¡rvores abrem mÃ£o de suas folhas e reconhecem que o jeito Ã© aguardar quietinhas atÃ© que o outono seja vencido pelo inverno onde tudo parece parar no tempo. Toda essa calma sÃ³ vai ser quebrada pelas torrenciais chuvas de marÃ§o que trarÃ£o novas folhas e vida Ã s Ã¡rvores. Todos nÃ³s estaremos radiantes porque esse serÃ¡ o primeiro sinal da primavera e logo passarÃ¡ a chuva, as flores estarÃ£o estabelecidas e o majestoso sol vai brilhar forte no cÃ©u a ponto de fazer-nos esquecer de que atÃ© pouco tempo estÃ¡vamos cobertos de neve. Vai tambÃ©m criar a doce ilusÃ£o em nossas mentes de que nunca mais haverÃ¡ invernos porque nÃ£o Ã© possÃ­vel ter um inverno com um calor desses. Esse engano serÃ¡ rapidamente corrigido quando sentirmos na face o primeiro soprar do vento carregando jÃ¡ as primeiras folhas coloridas. O cÃ­clo recomeÃ§a!</p>
<p style="text-align: justify">A impressÃ£o que tenho Ã© de que cada estaÃ§Ã£o do ano chega como se viesse para ficar para sempre. Como houvesse se estabelecido entre nÃ³s para ficar. A realidade Ã© a de que o que comeÃ§a a partir de um crescendo, atinge o Ã¡pice e sÃ³ entÃ£o diminuindo, sendo empurrado por uma forÃ§a maior que Ã© a estaÃ§Ã£o que vem seguinte.Â </p>
<p style="text-align: justify">Agora Ã© a vez do outono. Agora Ã© tempo de olhar para as Ã¡rvores e vislumbrar a beleza das folhas que vÃ£o mudando de cor como se alguÃ©m estivesse pintando um grande quadro e a cada dia vai dando um retoque de cores aqui e ali atÃ© que chega a perfeiÃ§Ã£o e chega tambÃ©m a hora de pintar um outro quadro e tudo comeÃ§a mudar de novo. Tudo de novo!Â </p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono3.JPG" title="outono3.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono3.JPG" alt="outono3.JPG" /></a><a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono4.JPG" title="outono4.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono4.JPG" alt="outono4.JPG" /></a></p>
<p style="text-align: center">Â <a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono5.JPG" title="outono5.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/10/outono5.JPG" alt="outono5.JPG" /></a></p>
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		<title>Sol serenat omnia</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 03:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Viajando nos EUA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify">O verÃ£o terminou oficialmente, falo oficialmente porque aqui nos EUA tem essa idÃ©ia de que o verÃ£o acaba no final de semana do feriado chamado de <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">Labor Day</span>Â (o dia do trabalho americano que acontece em 2 de setembro). Uma dessas bobeiras americanas.Â Nessa semana eu fiz uma avaliaÃ§Ã£o do que foi verÃ£o nesse ano para mim. Primeiramente, devo enfatizar que verÃ£o para mim Ã© sempre bem-vindo. NÃ£o me importo nem mesmo se choveu muito, minha alegria foi poder desfrutar de temperaturas elevadas depois de sofrer por meses no frio.Durante o verÃ£o tive oportunidade de viajar para Miami, Provincetown e o estado de Maine. Â Fui para Miami por uma semana para participar do festival de coros que acontece a cada 4 anos. Nada como sentar em belos auditÃ³rios do <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">Carnival Center</span> e assistir coros de vÃ¡rios lugares do paÃ­s e do mundo cantando os mais variados repertÃ³rios (aliÃ¡s, Milton Nasciomento e o Trio Jobim vÃ£o se apresentar nesse mesmo auditÃ³rio no preoximo dia 4 de outubro). Enquanto em Miami aproveitei para treinar para a corrida de 10 km que iria participar em Portland, Estado de Maine. Todas as vezes que visito uma cidade tento conhecer algum aspecto da cidade atravÃ©s de corridas. Em Miami eu deixei o hotel vÃ¡rias manhÃ£s correndo cerca de 7 km atÃ© chegar na gostosa praia de <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">South Beach. </span>Depois de uma boa corrida no calor de Miami, nada melhor do que um bom mergulho na praia. Foi em um desses mergulhos que conheci um casal do Uruguai em fÃ©rias em Miami. O casal falava portuguÃªs fluentemente e conhecia muita coisa do Brasil e nos divertimos muito falando de coisas em comums em relaÃ§Ã£o ao Brasil.Â Â Ainda os encontrei duas outras manhÃ£s na praia.Depois da maratona de corridas e do festival de coros em Miami, voltei para casa em Boston. O calor por aqui estava fervendo, do jeitinho que eu gosto. A prÃ³xima parada foi a corrida <a href="http://beachtobeacon.com">Beach to Beacon</a>. Uma corrida de 10 km que reuniu cerca de 6 mil pessoas de todas as idades interessadas no simples prazer de correr. Apesar de uma pequena contusÃ£o na perna casada por um dos treinos indevidos que participei, eu consegui finalizar os 10 km em menos de 1 hora. O problema foi que a contusÃ£o piorou e eu tive que ficar &#8220;de molho&#8221; o restante do dia atÃ© que tudo voltasse ao normal. Depois dessa corrida eu jÃ¡ participei de mais duas outras corridas de 10 km.</p>
<p>A prÃ³xima parada Â  foi na jÃ¡ favorita cidade de Provincetown para uma semana de muitas caminhadas nas dunas, shows de drag queens, parada de carnaval anual, boa comida, bons amigos e bom descanso, muita bicicleta e pouca praia por causa da Ã¡gua incrivelmente fria. Passei uma semana nessa cidade que fica lÃ¡ no &#8220;fim&#8221; do Estado de Massachusetts na regiÃ£o chamada de Cape Cod (ou Cabo do Bacalhau). Foi uma semana muito gostosa cheia de coisas boas para fazer e sem nada para se preocupar. Â O verÃ£o foi bom, foi muito bom. Agora fico aqui me preparando para enfrentar o inverno que chegarÃ¡ assim que acabar o clima de outono que estÃ¡ lÃ¡ fora, infelizmente, o frio chega antes de terminar o outono. Mas nÃ£o tem problema nÃ£o, jÃ¡ programei duas viagens durante o inverno para lugares quentes Â e agradÃ¡veis. Aguardem!
<p style="text-align: center">Â <a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/09/img_0022.JPG" title="img_0022.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/09/img_0022.JPG" alt="img_0022.JPG" /></a></p>
<p style="text-align: center">Um pouco da cidade de Provincetown vista da janela da Biblioteca PÃºblicaÂ </p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O verÃ£o terminou oficialmente, falo oficialmente porque aqui nos EUA tem essa idÃ©ia de que o verÃ£o acaba no final de semana do feriado chamado de <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">Labor Day</span>Â (o dia do trabalho americano que acontece em 2 de setembro). Uma dessas bobeiras americanas.Â Nessa semana eu fiz uma avaliaÃ§Ã£o do que foi verÃ£o nesse ano para mim. Primeiramente, devo enfatizar que verÃ£o para mim Ã© sempre bem-vindo. NÃ£o me importo nem mesmo se choveu muito, minha alegria foi poder desfrutar de temperaturas elevadas depois de sofrer por meses no frio.Durante o verÃ£o tive oportunidade de viajar para Miami, Provincetown e o estado de Maine. Â Fui para Miami por uma semana para participar do festival de coros que acontece a cada 4 anos. Nada como sentar em belos auditÃ³rios do <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">Carnival Center</span> e assistir coros de vÃ¡rios lugares do paÃ­s e do mundo cantando os mais variados repertÃ³rios (aliÃ¡s, Milton Nasciomento e o Trio Jobim vÃ£o se apresentar nesse mesmo auditÃ³rio no preoximo dia 4 de outubro). Enquanto em Miami aproveitei para treinar para a corrida de 10 km que iria participar em Portland, Estado de Maine. Todas as vezes que visito uma cidade tento conhecer algum aspecto da cidade atravÃ©s de corridas. Em Miami eu deixei o hotel vÃ¡rias manhÃ£s correndo cerca de 7 km atÃ© chegar na gostosa praia de <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">South Beach. </span>Depois de uma boa corrida no calor de Miami, nada melhor do que um bom mergulho na praia. Foi em um desses mergulhos que conheci um casal do Uruguai em fÃ©rias em Miami. O casal falava portuguÃªs fluentemente e conhecia muita coisa do Brasil e nos divertimos muito falando de coisas em comums em relaÃ§Ã£o ao Brasil.Â Â Ainda os encontrei duas outras manhÃ£s na praia.Depois da maratona de corridas e do festival de coros em Miami, voltei para casa em Boston. O calor por aqui estava fervendo, do jeitinho que eu gosto. A prÃ³xima parada foi a corrida <a href="http://beachtobeacon.com">Beach to Beacon</a>. Uma corrida de 10 km que reuniu cerca de 6 mil pessoas de todas as idades interessadas no simples prazer de correr. Apesar de uma pequena contusÃ£o na perna casada por um dos treinos indevidos que participei, eu consegui finalizar os 10 km em menos de 1 hora. O problema foi que a contusÃ£o piorou e eu tive que ficar &#8220;de molho&#8221; o restante do dia atÃ© que tudo voltasse ao normal. Depois dessa corrida eu jÃ¡ participei de mais duas outras corridas de 10 km.</p>
<p>A prÃ³xima parada Â  foi na jÃ¡ favorita cidade de Provincetown para uma semana de muitas caminhadas nas dunas, shows de drag queens, parada de carnaval anual, boa comida, bons amigos e bom descanso, muita bicicleta e pouca praia por causa da Ã¡gua incrivelmente fria. Passei uma semana nessa cidade que fica lÃ¡ no &#8220;fim&#8221; do Estado de Massachusetts na regiÃ£o chamada de Cape Cod (ou Cabo do Bacalhau). Foi uma semana muito gostosa cheia de coisas boas para fazer e sem nada para se preocupar. Â O verÃ£o foi bom, foi muito bom. Agora fico aqui me preparando para enfrentar o inverno que chegarÃ¡ assim que acabar o clima de outono que estÃ¡ lÃ¡ fora, infelizmente, o frio chega antes de terminar o outono. Mas nÃ£o tem problema nÃ£o, jÃ¡ programei duas viagens durante o inverno para lugares quentes Â e agradÃ¡veis. Aguardem!
<p style="text-align: center">Â <a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/09/img_0022.JPG" title="img_0022.JPG"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/09/img_0022.JPG" alt="img_0022.JPG" /></a></p>
<p style="text-align: center">Um pouco da cidade de Provincetown vista da janela da Biblioteca PÃºblicaÂ </p>
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		<title>Circa mea pectora</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 04:01:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Familia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify">Na semana passada, 31 de agosto de 2008, minha mÃ£e completou 80 anos. JÃ¡ faz tempo que nÃ£o escrevo nada sobre a minha mÃ£e, mas essa ocasiÃ£o Ã© tÃ£o especial que marquei com alguns eventos simples e tocantes para mim. Liguei para casa como de costume para celebrar<span>Â  </span>o evento. Lembrei-me dos muitos aniversÃ¡rios de minhÃ£ mÃ£e quando ligava para casa para falar aquelas coisas que normalmente a gente fala nessas ocasiÃµes. O tradicional â€œparabÃ©nsâ€, os desejos de muitos anos com saÃºde e multiplicados infinitamente de acordo com nossos desejos. TambÃ©m parte desse dia de muitas memÃ³rias foi lembrar de quando era crianÃ§a durante essas datas significativas. LebranÃ§as dos esforÃ§os constantes de minhas irmÃ£s para que a cada ano essa data fosse celebrada com surpresa, como se fosse a primeira vez que estivesse acontecendo. Lembro-me das muitas visitas que aconteciam durante o dia, as muitas pessoas que passavam por casa demonstrando carinho e atenÃ§Ã£o para com minha mÃ£e. Todos nÃ³s em casa crescemos com a realidade de que nossa mÃ£e nÃ£o era sÃ³ nossa, sempre tivemos que a compartilhÃ¡-lha com muitas pessoas que, nÃ£o somente a consideravam como tal, mas que a chamavam de mÃ£e Valdice, com direito a tomar bÃªnÃ§Ã£o e tudo.<span>Â </span></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoBodyText"><o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Â <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">80 anos. Quando paro para pensar com a racionalidade que insiste em entender a vida de minha mÃ£e, fico imaginando toda essa tragetÃ³ria. Lembro-me que um dia sentamos e conversamos muito sobre a histÃ³ria oral de nossa famÃ­lia. Conseguimos traÃ§ar a histÃ³ria da famÃ­lia atÃ© o ano de 1852. Ela nasceu em uma cidade no interior do Estado do Sergipe, teve lÃ¡ suas alegrias de menina crescendo em uma fazenda durante os anos 20 e 30. Apesar dos protestos da famÃ­lia, casou-se aos 14 anos com meu pai e, aparentemente, fugiram para o Rio de Janeiro para comeÃ§arem uma nova vida. Aos 17 anos teve sua primeira filha, seguida de outra filha e depois, finalmente, um menino e para completar nasceu mais uma filha. â€œPara completarâ€, era o que se pensava, atÃ© que 15 anos depois do nascimento dessa â€œÃºltimaâ€ filha eu apareci como uma grande surpresa para toda a familia. Guardo com carinho uma foto em que meus pais estÃ£o comemorando 25 anos de casados Ã  volta de uma mesa de festas cercada de familiars e amigos, ali em um cantinho da mesa com uma camisa listrada e bon<span lang="PT-BR">Ã© </span>na cabeÃ§a, estou eu<span>Â  </span>agarrado Ã  mesa o mais prÃ³ximo possivel da minha mÃ£e, estava com 3 anos de idade. Uma crianÃ§a a essa altura da vida Ã© um desafio para qualquer pessoa. Foi um desafio para minha mÃ£e, mas muito mais para minhas irmÃ£s que tiveram a adolescÃªncia â€œcomprometidaâ€ com as responsabilidades de â€œajudarem a criarâ€ um pirralho que passou a ser o centro da atenÃ§Ã£o de todos em casa. SÃ³ tenho a agradecer a eles pelo que fizeram por mim.<o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Â <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Domingo 31 de agosto de 2008 â€“ 80 anos de uma vida a ser lembrada, celebrada, honrada e preservada. 80 anos construindo sonhos, vivendo decepÃ§Ãµes, alegrando-se com o desenvolver da vida, chorando por aquilo que doÃ­a e parecia nÃ£o poder ser mudado. <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Â <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Escrevo isso tudo no dia 06 de setembro de 2008, jÃ¡ faz uma semana que comemoramos os 80 anos de minha mÃ£e. Hoje relembramos que fazem 2 anos que ela foi morar em outras paragens.<span>Â  </span>Dois anos que nos deixou fisicamente. 24 meses desde aquele dia em que ficou confirmado de que ela jÃ¡ havia cumprido seu tempo entre nÃ³s. Minha mÃ£e faleceu depois de um longo perÃ­odo sofrendo do mal de Alzheimer. Lendo alguns trechos de coisas antigas que escrevi sobre minha mÃ£e, achei essa narrativa de meu primeiro encontro com ela com a doenÃ§a jÃ¡ em estado avanÃ§ado: <o:p></o:p></p>
<p style="margin-bottom: 16pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><em>â€œA grande expectative era a de como minhÃ£ mÃ£e reagiria Ã  minha presenÃ§a. Para quem nÃ£o sabe, minha mÃ£e sofre do mal de Alzheimer e anda bem debilitada. O primeiro encontro com ela foi de indiferenÃ§a, ela nÃ£o tinha idÃ©ia de quem era aquela pessoa na frente dela rodeada de gente perguntando-a se ela lembrava-se de mim. Com o ar educado que sempre foi uma cracterÃ­stica forte em sua personalidade, minha mÃ£e cumprimentou-me, mas parecia contente em conhecer mais um estranho que diziam ser seu filho.<o:p></o:p></em></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoBodyText2"><span style="font-style: italic" class="Apple-style-span">Ã€ noite fui para o quarto dela e ficamos conversando banalidades, podia ver-se que ela estava tentando relembrar quem eu era. Finalmente passou a chamar-me pelo nome e apelido caseiro e passou a conversar coisas que faziam mais sentido e demonstravam que ela lembrava-se de mim. Antes de dormir, ela chamou meu sobrinho e perguntou se ele havia tido um bom dia, ele disse que sim, depois ela disse que o dia dela foi muito bom porque eu estava em casa. Hoje pela manhÃ£ ela perguntou se eu jÃ¡ havia acordado, mas quando acordei e fui conversar ela jÃ¡ estava em outro mundo. O estado dela Ã© assim, ela vai e volta. Minhas irmÃ£s cuidam dela com todo o carinho do mundo e realmente tem que se ter muita paciÃªncia porque a todo momento minha mÃ£e as chama para fazer alguma coisa. Ontem Ã  noite, enquanto tomava uma injeÃ§Ã£o, ela me viu, sorriu e acenou. Ã‰ engraÃ§ado como a gente passa a valorizar esses poucos momentos de lucidez que em outras ocasiÃµes seriam quase banaisâ€</span><o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Â <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Minha querida mÃ£e, parabÃ©ns pelos 80 anos, obrigado por tudo e descanse porque a senhora merece!<o:p></o:p></p>
<p><!--EndFragment--></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Na semana passada, 31 de agosto de 2008, minha mÃ£e completou 80 anos. JÃ¡ faz tempo que nÃ£o escrevo nada sobre a minha mÃ£e, mas essa ocasiÃ£o Ã© tÃ£o especial que marquei com alguns eventos simples e tocantes para mim. Liguei para casa como de costume para celebrar<span>Â  </span>o evento. Lembrei-me dos muitos aniversÃ¡rios de minhÃ£ mÃ£e quando ligava para casa para falar aquelas coisas que normalmente a gente fala nessas ocasiÃµes. O tradicional â€œparabÃ©nsâ€, os desejos de muitos anos com saÃºde e multiplicados infinitamente de acordo com nossos desejos. TambÃ©m parte desse dia de muitas memÃ³rias foi lembrar de quando era crianÃ§a durante essas datas significativas. LebranÃ§as dos esforÃ§os constantes de minhas irmÃ£s para que a cada ano essa data fosse celebrada com surpresa, como se fosse a primeira vez que estivesse acontecendo. Lembro-me das muitas visitas que aconteciam durante o dia, as muitas pessoas que passavam por casa demonstrando carinho e atenÃ§Ã£o para com minha mÃ£e. Todos nÃ³s em casa crescemos com a realidade de que nossa mÃ£e nÃ£o era sÃ³ nossa, sempre tivemos que a compartilhÃ¡-lha com muitas pessoas que, nÃ£o somente a consideravam como tal, mas que a chamavam de mÃ£e Valdice, com direito a tomar bÃªnÃ§Ã£o e tudo.<span>Â </span></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoBodyText"><o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Â <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">80 anos. Quando paro para pensar com a racionalidade que insiste em entender a vida de minha mÃ£e, fico imaginando toda essa tragetÃ³ria. Lembro-me que um dia sentamos e conversamos muito sobre a histÃ³ria oral de nossa famÃ­lia. Conseguimos traÃ§ar a histÃ³ria da famÃ­lia atÃ© o ano de 1852. Ela nasceu em uma cidade no interior do Estado do Sergipe, teve lÃ¡ suas alegrias de menina crescendo em uma fazenda durante os anos 20 e 30. Apesar dos protestos da famÃ­lia, casou-se aos 14 anos com meu pai e, aparentemente, fugiram para o Rio de Janeiro para comeÃ§arem uma nova vida. Aos 17 anos teve sua primeira filha, seguida de outra filha e depois, finalmente, um menino e para completar nasceu mais uma filha. â€œPara completarâ€, era o que se pensava, atÃ© que 15 anos depois do nascimento dessa â€œÃºltimaâ€ filha eu apareci como uma grande surpresa para toda a familia. Guardo com carinho uma foto em que meus pais estÃ£o comemorando 25 anos de casados Ã  volta de uma mesa de festas cercada de familiars e amigos, ali em um cantinho da mesa com uma camisa listrada e bon<span lang="PT-BR">Ã© </span>na cabeÃ§a, estou eu<span>Â  </span>agarrado Ã  mesa o mais prÃ³ximo possivel da minha mÃ£e, estava com 3 anos de idade. Uma crianÃ§a a essa altura da vida Ã© um desafio para qualquer pessoa. Foi um desafio para minha mÃ£e, mas muito mais para minhas irmÃ£s que tiveram a adolescÃªncia â€œcomprometidaâ€ com as responsabilidades de â€œajudarem a criarâ€ um pirralho que passou a ser o centro da atenÃ§Ã£o de todos em casa. SÃ³ tenho a agradecer a eles pelo que fizeram por mim.<o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Â <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Domingo 31 de agosto de 2008 â€“ 80 anos de uma vida a ser lembrada, celebrada, honrada e preservada. 80 anos construindo sonhos, vivendo decepÃ§Ãµes, alegrando-se com o desenvolver da vida, chorando por aquilo que doÃ­a e parecia nÃ£o poder ser mudado. <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Â <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Escrevo isso tudo no dia 06 de setembro de 2008, jÃ¡ faz uma semana que comemoramos os 80 anos de minha mÃ£e. Hoje relembramos que fazem 2 anos que ela foi morar em outras paragens.<span>Â  </span>Dois anos que nos deixou fisicamente. 24 meses desde aquele dia em que ficou confirmado de que ela jÃ¡ havia cumprido seu tempo entre nÃ³s. Minha mÃ£e faleceu depois de um longo perÃ­odo sofrendo do mal de Alzheimer. Lendo alguns trechos de coisas antigas que escrevi sobre minha mÃ£e, achei essa narrativa de meu primeiro encontro com ela com a doenÃ§a jÃ¡ em estado avanÃ§ado: <o:p></o:p></p>
<p style="margin-bottom: 16pt; text-align: justify" class="MsoNormal"><em>â€œA grande expectative era a de como minhÃ£ mÃ£e reagiria Ã  minha presenÃ§a. Para quem nÃ£o sabe, minha mÃ£e sofre do mal de Alzheimer e anda bem debilitada. O primeiro encontro com ela foi de indiferenÃ§a, ela nÃ£o tinha idÃ©ia de quem era aquela pessoa na frente dela rodeada de gente perguntando-a se ela lembrava-se de mim. Com o ar educado que sempre foi uma cracterÃ­stica forte em sua personalidade, minha mÃ£e cumprimentou-me, mas parecia contente em conhecer mais um estranho que diziam ser seu filho.<o:p></o:p></em></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoBodyText2"><span style="font-style: italic" class="Apple-style-span">Ã€ noite fui para o quarto dela e ficamos conversando banalidades, podia ver-se que ela estava tentando relembrar quem eu era. Finalmente passou a chamar-me pelo nome e apelido caseiro e passou a conversar coisas que faziam mais sentido e demonstravam que ela lembrava-se de mim. Antes de dormir, ela chamou meu sobrinho e perguntou se ele havia tido um bom dia, ele disse que sim, depois ela disse que o dia dela foi muito bom porque eu estava em casa. Hoje pela manhÃ£ ela perguntou se eu jÃ¡ havia acordado, mas quando acordei e fui conversar ela jÃ¡ estava em outro mundo. O estado dela Ã© assim, ela vai e volta. Minhas irmÃ£s cuidam dela com todo o carinho do mundo e realmente tem que se ter muita paciÃªncia porque a todo momento minha mÃ£e as chama para fazer alguma coisa. Ontem Ã  noite, enquanto tomava uma injeÃ§Ã£o, ela me viu, sorriu e acenou. Ã‰ engraÃ§ado como a gente passa a valorizar esses poucos momentos de lucidez que em outras ocasiÃµes seriam quase banaisâ€</span><o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Â <o:p></o:p></p>
<p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Minha querida mÃ£e, parabÃ©ns pelos 80 anos, obrigado por tudo e descanse porque a senhora merece!<o:p></o:p></p>
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		<title>Omnia sol temperat</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/34</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 20:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center">Quer ver o mundo? FaÃ§a, entÃ£o, em grande estilo.Â Â Â </p>
<p style="text-align: center">Â </p>
<p style="text-align: center"><object height="344" width="425">
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<p>Para uma melhor visualizaÃ§Ã£o, assista diretamente no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zlfKdbWwruY">YouTube</a>Â e clique emÂ <em>Watch in High Quality</em></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">Quer ver o mundo? FaÃ§a, entÃ£o, em grande estilo.Â Â Â </p>
<p style="text-align: center">Â </p>
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		<title>egestatem, potestatem</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/31</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 23:53:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Europa]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><span class="Apple-style-span" style="color: #0000ee; text-decoration: underline"><a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/06/rome-map4.jpg" title="rome-map4.jpg"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/06/rome-map4.jpg" alt="rome-map4.jpg" /></a></span>Â Â </p>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span">VaticanoÂ </span></p>
<p style="text-align: justify">Â Seja vocÃª catÃ³lico ou nÃ£o, uma visita ao Vaticano Ã© uma experiÃªncia inesquecÃ­vel. AliÃ¡s, esse menor Estado soberabo do mundo oferece oportunidade de turismo para todos os gostos: arquitetura, arte, histÃ³ria mundial, monarquia, polÃ­tica e Ã© claro, religiÃ£o.Â </p>
<p style="text-align: justify">A primeira vez em que visitei a Cidade Estado do Vaticano foi como parte de um turismo de pequisa que fiz pela Europa. Mochila nas costas e muitos mapas nas mÃ£os, aventurei-me pelos lugares mais diferentes com importÃ¢ncia para a histÃ³ria do cristianismo. Aventura acadÃªmica realizada atravÃ©s da bolsa de estudos que recebi para estudos na Ã¡rea de teologia e histÃ³ria.</p>
<p style="text-align: justify">Cheguei em Roma pela manhÃ£ e imediatamente saÃ­ pela cidade capturando tudo o que fosse possÃ­vel, meu plano era simples: visitar o Vaticano Ã  tarde e a cidade de Assis no dia seguinte. Comecei bem, saÃ­ pelas ruas de Roma com meu mapa na mÃ£o indo em direÃ§Ã£o ao Vaticano. Ã‰ claro que me perdi completamente no caminho porque os mapas me sÃ£o, muitas vezes, inÃºteis, devido ao meu pobre senso de direÃ§Ã£o. De qualquer forma, Â continuei andando e admirando as belezas histÃ³ricas de Roma, cada virada de esquina, uma surpresa. Foi em uma dessas viradas que me deparei com a suntuosidade da BasÃ­lica Vaticana e a praÃ§a que abraÃ§a os seus peregrinos. Foi um momento Ãºnico que me paralisou por alguns segundos, um desses momentos em que tudo vem Ã  sua cabeÃ§a ao mesmo tempo, fiquei literalmente &#8220;de boca aberta&#8221; diante daquele monumento histÃ³rico. Em meio Ã  toda essa confusÃ£o mental e emocional, fui tomado pelo meu lado racional prÃ¡tico: como Ã© que eu vou ver isso tudo em apenas uma tarde? Basta dizer que, em vez de uma pobre tarde, gastei 3 dias dentro do Vaticano absorvendo cada momento, cada detalhe, cada cor, cada inscriÃ§Ã£o, cada, cada, cada&#8230; As possibilidades sÃ£o infinitas. Na verdade, eu precisava era de uns 5 anos para absorver o mÃ­nimo possÃ­vel.</p>
<p style="text-align: justify">Mesmo reconhecendo que ver o Papa pode disvencilhar emoÃ§Ãµes fortes atÃ© mesmo em um nÃ£o-catÃ³lico, meu objetivo na cidade nÃ£o era esse. Tinha consciÃªncia de que tudo que veria seria um ponto branco em uma janela. Um padre brasileiro que havia encontrado na comunidade de TaizÃ© na FranÃ§a, jÃ¡ havia me alertado de que eu dificilmente veria o papa porque ou ele estaria no hospital ou viajando pelo mundo. Mesmo assim, sua Santidade (para os CatÃ³licos) apareceu em uma cerimÃ´nia em uma das praÃ§as de Roma participando de um ofÃ­cio religioso ligado Ã  sua funÃ§Ã£o de Bispo de Roma.</p>
<p style="text-align: justify">Se vocÃª Ã© um daqueles que nÃ£o pode ir Ã  Roma sem ver o Papa, entÃ£o, sugiro coordenar sua agenda de viagem com a do Papa. O site do Vaticano oferece a agenda do papa com certa antecedÃªncia. Se for possÃ­vel consiga ingresso para participar de uma das muitas cerimÃ´nias realizadas no Vaticano em que o Papa preside. Com um pouco de sorte vocÃª pode atÃ© participar da beleza litÃºrgica que Ã© uma missa de canonizaÃ§Ã£o. O Papa tambÃ©m oferece uma audiÃªncia pÃºblica todas as quartas-feiras Â no salÃ£o Paulo VI ou na PraÃ§a de SÃ£o Pedro dependendo do tempo e do nÃºmero de pessoas. Ingressos para as audiÃªncias podem ser conseguidas atravÃ©s de uma conferÃªncia de Bispos ou diretamente com o Vaticano. Escreva ou fax - Arcebispo James Harvey, Prefeito da Casa PontÃ­fica, Cidade do Vaticano 00120, Europa. O nÃºmero do fax Ã© (39-06) 6988-5863. TambÃ©m hÃ¡ milhares de ordens ou casas religiosas que oferecem os ingressos para interessados, mas lembre-se que tudo isso deve ser feito com antecedÃªncia. Os ingressos sÃ£o grÃ¡tis, mas vocÃª vai encontrar um milhÃ£o de cambistas tentando vendÃª-los na rua. Tente evitÃ¡-los.Â </p>
<p style="text-align: justify">Tudo no Vaticano tem algum significado demonstrado em cores, vestimentas ou gestos. Observe tudo. Nada Ã© feito por acaso ou sem um sentido histÃ³rico ou fundado na tradiÃ§Ã£o. NÃ£o deixe de reparar (Ã© quase impossÃ­vel nÃ£o reparar) nas vestimentas da Guarda SuÃ­Ã§a desenhadas pelo grande Michelangelo - sÃ£o 150 peÃ§as naquela vestimenta colorida. Por falar em cores, aprenda a difereciar as hierarquias no &#8220;reino monÃ¡rquico vaticÃ¢nico&#8221; (sim, nÃ£o se esdqueÃ§a de que o Vaticano Ã© o Ãºnico reino monÃ¡rquico absoluto na Europa) - Na remota possibilidade de vocÃª ver um homem vestido com uma batina de puro branco andando em algum beco de Roma, nÃ£o tenha dÃºvida, esse Ã© o Papa. Se estiver vestindo vermelho em alguma peÃ§a da vestimenta sacerdotal, entÃ£o vocÃª encontrou um Cardeal, que nÃ£o Ã© Papa, mas Ã© eleitor de Papas e pode ser eleito papa um dia (repare como a Guarda SuÃ­Ã§a bate continÃªncia cada vez que um Cardeal passa por eles. Se vocÃª encontrou alguÃ©m vestindo pÃºrpura, entÃ£o a pessoa Ã© um Bispo. Por favor, nÃ£o cometa a mesma gafe que o Presidente norte americano cometeu ao saudar o Papa: &#8220;O Senhor estÃ¡ com a aparÃªncia muito boa, Vossa EminÃªncia.&#8221; Â O problema Ã© que Benedito XVI nÃ£o Ã© chamado de Vossa EminÃªncia desde 2005 quando foi eleito Papa e deixou de ser cardeal. Papa = Vossa Santidade; Cardeal = Vossa EminÃªncia; e Bispo ou Arcebispo = Vossa ExcelÃªncia. Â SerÃ¡ que ainda se ensina pronome de tratamento nas escolas? Muito bem, talvez vocÃª nÃ£o precise saber disso, mas um Presidente de Estado precisa saber como se dirigir a um outro Chefe de Estado.</p>
<p style="text-align: justify">Por falar em roupas, coloridas ou nÃ£o, saiba que o Vaticano requer e proÃ­be o uso de roupas &#8220;inadequadas&#8221; nas suas dependÃªncias: nada de ombors de fora ou Â bermudas.Â Â </p>
<p style="text-align: justify">Se vocÃª tiver tempo e oportunidade, nÃ£o deixe de visitar as catacumbas do Vaticano. SÃ£o escavaÃ§Ãµes arquelÃ³gicas diretamente embaixo da BasilÃ­ca de SÃ£o Pedro (por falar nisso, vocÃª sabe a diferenÃ§a entre basÃ­lica e catedral?). Â Como Ã© sabido na histÃ³ria, a basÃ­lica foi construida sobre um cemitÃ©rio. A idÃ©ia do imperador romano Â Constatino era a de que o Altar Maior da BasÃ­lica de SÃ£o Pedro fosse eregido exatamente em cima da tumba onde foi enterrado o ApÃ³stolo Pedro. O fato se passou e centenas de anos mais tarde o Vaticano iniciou escavaÃ§Ãµes arqueolÃ³gicas embaixo da BasÃ­lica e, para a surpresa de muitos, encontrou uma verdadeira cidade dos mortos. VocÃª pode visitar as escavaÃ§Ãµes enquanto em Roma. O Ãºnico problema Ã© que os ingressos sÃ£o limitados a 250 por dia. A Ãºnica maneira de conseguir ingressos Ã© atravÃ©s do EscritÃ³rio de EscavaÃ§Ãµes do Vaticano:Â <span style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal" class="Apple-style-span">e-mail:Â <a href="mailto:scavi@fsp.va">scavi@fsp.va</a>Â orÂ <a href="mailto:uff.scavi@fabricsp.va">uff.scavi@fabricsp.va</a>, por fax: (39-06) 6987-3017, ou diretamente no escritÃ³rio.</span></p>
<p style="text-align: justify">Se vocÃª sÃ³ tem uma tarde ou um dia para visitar o Vaticano entÃ£o, Ã© melhor nÃ£o ir porque vocÃª vai ficar maluco, mas se vocÃª tiver que escolher, visite a BasÃ­lica e a Capela Sistina.</p>
<p style="text-align: justify">NÃ£o sei porque, mas a sensaÃ§Ã£o que tenho Ã© a de que eu entrei sozinho naquela imensa igreja. NÃ£o me lembro dos turistas, tudo que me lembro Ã© da minha esperiÃªncia pessoal com aquele prÃ©dio cheio de histÃ³ria. Tente colocar na sua cabeÃ§a toda aquela imensidÃ£o. Logo depois de entrar, Â vocÃª vai ser automaticamente levado a olhar para o seu lado direito. Se eu tivesse qualquert tendÃªncia em me tornar CatÃ³lico, acho que aquele seria o momento perfeito para fazÃª-lo: o momento em que vislumbrei La PietÃ¡. Uma capela simples com essa escultura que te magnetiza: uma mÃ£e com o filho adulto deitado em seu colo. Eu andei por toda a igreja, mas de alguma forma era sempre levado a voltar e olhar aquela cena de novo. Sem dÃºvida, uma das coisas mais bonitas que jÃ¡ vÃ­. Como Ã© que Michelangelo, aos 24 anos de idade, no ano de 1499, conseguiu tal proeza em mostrar tantos sentimentos e emoÃ§Ãµes naquela escultura? Esse foi mais um momento em que nÃ£o me lembro de nenhum turista ao meu lado. Falo isso porque eu tenho visto algumas fotos do Vaticano e estÃ¡ sempre cheio de gente andando para lÃ¡ e para cÃ¡. Creio que eu tenho essa capacidade de me isolar com a experiÃªncia do momento nessas viagens.</p>
<p style="text-align: justify">Ao andar pela BasÃ­lica de SÃ£o Pedro (que nÃ£o Ã© a Catedral de Roma) tenha consciÃªncia de que vocÃª estÃ¡ entrando na maior igreja CatÃ³lica do mundo. Olhe em todas as direÃ§Ãµes, inclusive o chÃ£o de mÃ¡rmore onde vocÃª vai encontrar Â o nome e sÃ­mbolo das dioceses do mundo inteiro. NÃ£o deixe de visitar a cripta onde vocÃª pode ver o tÃºmolo de papas recentes e do passado. Quer algumas informaÃ§Ãµes da grandesa desse monumento? SÃ£o 31 altares, 27 capelas dentro da basÃ­lica, 390 estÃ¡tuas, 135 mosaicos e 15 mil metros quadrados de mÃ¡rmore.</p>
<p style="text-align: justify">Depois de visitar a Â BasÃ­lica onde bispos sÃ£o sagrados, novos santos sÃ£o proclamados e onde por sÃ©culos e sÃ©culos Â as coloridas e Â bem coreografadasÂ Â liturgias catÃ³licas acontecem, visite a maravilhosa Capela Sistina. Um pequeno livro comemorando a reaturaÃ§Ã£o da Capela que comprei enquanto no Vaticano tem o tÃ­tulo que resume as pinturas que vocÃª vai ver em seu interior: Capela Sistina - SantuÃ¡rio da Teologia do Corpo Humano. Ã‰ claro que estÃ¡ diante de obras como A CriaÃ§Ã£o de AdÃ£o ou do JuÃ­zo Final torna-se momentos Ãºnicos e inesquecÃ­veis, porÃ©m, minha maior fascinaÃ§Ã£o com a Capela Sistina foi a do meu senso histÃ³rico de que naquele exato lugar sÃ£o realizados os conclaves onde sÃ£o escolhidos os novos papas da igreja. Ã‰ dalÃ­ que se origina a tÃ£o famosa fumuÃ§a branca que anuncia a eleiÃ§Ã£o de mais um sumo pontÃ­fice. Ã‰ alÃ­ tambÃ©m onde todos os anos por ocasiÃ£o da PÃ¡scoa acontece uma dessas coisas que sÃ³ o Vaticano mesmo consegue criar com seus segredos, fofocas e intrigas.Â </p>
<p style="text-align: justify">Se vocÃª estiver por Roma na quarta ou sexta-feira da semana santa, tente participar da missa realizada na Capela Sistina. Nessa missa vocÃª vai ouvir o <span style="font-style: italic" class="Apple-style-span">Miserere Mei, Deus </span>composto por Gregorio Allegri em 1630. Por algum motivo ligado a supertiÃ§Ã£o excessiva e secretiva do Vaticano, essa composiÃ§Ã£o foi proÃ­bida pelo Papa de ser copiada ou executada fora da Capela ou daquela missa especÃ­fica sob pena de excomunhÃ£o automÃ¡tica. Uma das coisas que mais chama a atenÃ§Ã£o nessa composiÃ§Ã£o especÃ­fica Ã© o fato de, em meio ao canto coral, uma simples voz se destaca cantando a mais pura nota dÃ³ nas maiores alturas da nota, toda a mÃºsica enche a Capela e vocÃª Ã© elevado atÃ© o teto cada vez que o menino no coro (ou o castrato nos tempos antigos) atinge aquela difÃ­cil nota. A fascinaÃ§Ã£o com a histÃ³ria desse <span style="font-style: italic" class="Apple-style-span">Miserere </span>nÃ£o termina na sua tÃ©cnica musical. Por causa da proibiÃ§Ã£o decretada pelo Papa, a Ãºnica maneira de se ouvir a mÃºsica era participando da missa em um dos dias da Semana Santa. A tradiÃ§Ã£o diz que lÃ¡ pelo ano de 1770 um menino de 14 anos participou da missa na quaerta-feira santa e ouviu aquela mÃºsica. Mais tarde naquele dia, o menino sentou-se e escreveu toda a mÃºsica de memÃ³ria baseado no que havia ouvido durante a missa. O menino retornou na sexta-feira para checar se o que havia memorizado estava certo e talvez fazer algumas correÃ§Ãµes. O nome desse menino era Mozart. Baseado na transcriÃ§Ã£o de Mozart, a mÃºsica foi publicada em Londres no ano de 1771. Mozart nÃ£o foi excomungado, mas sim admirado pelo Papa. Por falar em Miserere, saiba que a lÃ­ngua oficial do Vaticano Ã© o velho e bonito latin. Isso significa que se vocÃª for tirar dinheiro no caixa eletrÃ´nico vai ser saudado pela mÃ¡quina com a seguinte inscriÃ§Ã£o na tela:</p>
<p style="text-align: center"><span style="font-style: italic" class="Apple-style-span">Inserito scidulam quaeso ut faciundam cognoscas rationemÂ </span></p>
<p style="text-align: left">Â Pois bem, nÃ£o deixe de estudar seu latin e, quem sabe, vocÃª Ã© atÃ© Â convidado para um bate-papo com o Papa.Â </p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><span class="Apple-style-span" style="color: #0000ee; text-decoration: underline"><a href="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/06/rome-map4.jpg" title="rome-map4.jpg"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/06/rome-map4.jpg" alt="rome-map4.jpg" /></a></span>Â Â </p>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span">VaticanoÂ </span></p>
<p style="text-align: justify">Â Seja vocÃª catÃ³lico ou nÃ£o, uma visita ao Vaticano Ã© uma experiÃªncia inesquecÃ­vel. AliÃ¡s, esse menor Estado soberabo do mundo oferece oportunidade de turismo para todos os gostos: arquitetura, arte, histÃ³ria mundial, monarquia, polÃ­tica e Ã© claro, religiÃ£o.Â </p>
<p style="text-align: justify">A primeira vez em que visitei a Cidade Estado do Vaticano foi como parte de um turismo de pequisa que fiz pela Europa. Mochila nas costas e muitos mapas nas mÃ£os, aventurei-me pelos lugares mais diferentes com importÃ¢ncia para a histÃ³ria do cristianismo. Aventura acadÃªmica realizada atravÃ©s da bolsa de estudos que recebi para estudos na Ã¡rea de teologia e histÃ³ria.</p>
<p style="text-align: justify">Cheguei em Roma pela manhÃ£ e imediatamente saÃ­ pela cidade capturando tudo o que fosse possÃ­vel, meu plano era simples: visitar o Vaticano Ã  tarde e a cidade de Assis no dia seguinte. Comecei bem, saÃ­ pelas ruas de Roma com meu mapa na mÃ£o indo em direÃ§Ã£o ao Vaticano. Ã‰ claro que me perdi completamente no caminho porque os mapas me sÃ£o, muitas vezes, inÃºteis, devido ao meu pobre senso de direÃ§Ã£o. De qualquer forma, Â continuei andando e admirando as belezas histÃ³ricas de Roma, cada virada de esquina, uma surpresa. Foi em uma dessas viradas que me deparei com a suntuosidade da BasÃ­lica Vaticana e a praÃ§a que abraÃ§a os seus peregrinos. Foi um momento Ãºnico que me paralisou por alguns segundos, um desses momentos em que tudo vem Ã  sua cabeÃ§a ao mesmo tempo, fiquei literalmente &#8220;de boca aberta&#8221; diante daquele monumento histÃ³rico. Em meio Ã  toda essa confusÃ£o mental e emocional, fui tomado pelo meu lado racional prÃ¡tico: como Ã© que eu vou ver isso tudo em apenas uma tarde? Basta dizer que, em vez de uma pobre tarde, gastei 3 dias dentro do Vaticano absorvendo cada momento, cada detalhe, cada cor, cada inscriÃ§Ã£o, cada, cada, cada&#8230; As possibilidades sÃ£o infinitas. Na verdade, eu precisava era de uns 5 anos para absorver o mÃ­nimo possÃ­vel.</p>
<p style="text-align: justify">Mesmo reconhecendo que ver o Papa pode disvencilhar emoÃ§Ãµes fortes atÃ© mesmo em um nÃ£o-catÃ³lico, meu objetivo na cidade nÃ£o era esse. Tinha consciÃªncia de que tudo que veria seria um ponto branco em uma janela. Um padre brasileiro que havia encontrado na comunidade de TaizÃ© na FranÃ§a, jÃ¡ havia me alertado de que eu dificilmente veria o papa porque ou ele estaria no hospital ou viajando pelo mundo. Mesmo assim, sua Santidade (para os CatÃ³licos) apareceu em uma cerimÃ´nia em uma das praÃ§as de Roma participando de um ofÃ­cio religioso ligado Ã  sua funÃ§Ã£o de Bispo de Roma.</p>
<p style="text-align: justify">Se vocÃª Ã© um daqueles que nÃ£o pode ir Ã  Roma sem ver o Papa, entÃ£o, sugiro coordenar sua agenda de viagem com a do Papa. O site do Vaticano oferece a agenda do papa com certa antecedÃªncia. Se for possÃ­vel consiga ingresso para participar de uma das muitas cerimÃ´nias realizadas no Vaticano em que o Papa preside. Com um pouco de sorte vocÃª pode atÃ© participar da beleza litÃºrgica que Ã© uma missa de canonizaÃ§Ã£o. O Papa tambÃ©m oferece uma audiÃªncia pÃºblica todas as quartas-feiras Â no salÃ£o Paulo VI ou na PraÃ§a de SÃ£o Pedro dependendo do tempo e do nÃºmero de pessoas. Ingressos para as audiÃªncias podem ser conseguidas atravÃ©s de uma conferÃªncia de Bispos ou diretamente com o Vaticano. Escreva ou fax - Arcebispo James Harvey, Prefeito da Casa PontÃ­fica, Cidade do Vaticano 00120, Europa. O nÃºmero do fax Ã© (39-06) 6988-5863. TambÃ©m hÃ¡ milhares de ordens ou casas religiosas que oferecem os ingressos para interessados, mas lembre-se que tudo isso deve ser feito com antecedÃªncia. Os ingressos sÃ£o grÃ¡tis, mas vocÃª vai encontrar um milhÃ£o de cambistas tentando vendÃª-los na rua. Tente evitÃ¡-los.Â </p>
<p style="text-align: justify">Tudo no Vaticano tem algum significado demonstrado em cores, vestimentas ou gestos. Observe tudo. Nada Ã© feito por acaso ou sem um sentido histÃ³rico ou fundado na tradiÃ§Ã£o. NÃ£o deixe de reparar (Ã© quase impossÃ­vel nÃ£o reparar) nas vestimentas da Guarda SuÃ­Ã§a desenhadas pelo grande Michelangelo - sÃ£o 150 peÃ§as naquela vestimenta colorida. Por falar em cores, aprenda a difereciar as hierarquias no &#8220;reino monÃ¡rquico vaticÃ¢nico&#8221; (sim, nÃ£o se esdqueÃ§a de que o Vaticano Ã© o Ãºnico reino monÃ¡rquico absoluto na Europa) - Na remota possibilidade de vocÃª ver um homem vestido com uma batina de puro branco andando em algum beco de Roma, nÃ£o tenha dÃºvida, esse Ã© o Papa. Se estiver vestindo vermelho em alguma peÃ§a da vestimenta sacerdotal, entÃ£o vocÃª encontrou um Cardeal, que nÃ£o Ã© Papa, mas Ã© eleitor de Papas e pode ser eleito papa um dia (repare como a Guarda SuÃ­Ã§a bate continÃªncia cada vez que um Cardeal passa por eles. Se vocÃª encontrou alguÃ©m vestindo pÃºrpura, entÃ£o a pessoa Ã© um Bispo. Por favor, nÃ£o cometa a mesma gafe que o Presidente norte americano cometeu ao saudar o Papa: &#8220;O Senhor estÃ¡ com a aparÃªncia muito boa, Vossa EminÃªncia.&#8221; Â O problema Ã© que Benedito XVI nÃ£o Ã© chamado de Vossa EminÃªncia desde 2005 quando foi eleito Papa e deixou de ser cardeal. Papa = Vossa Santidade; Cardeal = Vossa EminÃªncia; e Bispo ou Arcebispo = Vossa ExcelÃªncia. Â SerÃ¡ que ainda se ensina pronome de tratamento nas escolas? Muito bem, talvez vocÃª nÃ£o precise saber disso, mas um Presidente de Estado precisa saber como se dirigir a um outro Chefe de Estado.</p>
<p style="text-align: justify">Por falar em roupas, coloridas ou nÃ£o, saiba que o Vaticano requer e proÃ­be o uso de roupas &#8220;inadequadas&#8221; nas suas dependÃªncias: nada de ombors de fora ou Â bermudas.Â Â </p>
<p style="text-align: justify">Se vocÃª tiver tempo e oportunidade, nÃ£o deixe de visitar as catacumbas do Vaticano. SÃ£o escavaÃ§Ãµes arquelÃ³gicas diretamente embaixo da BasilÃ­ca de SÃ£o Pedro (por falar nisso, vocÃª sabe a diferenÃ§a entre basÃ­lica e catedral?). Â Como Ã© sabido na histÃ³ria, a basÃ­lica foi construida sobre um cemitÃ©rio. A idÃ©ia do imperador romano Â Constatino era a de que o Altar Maior da BasÃ­lica de SÃ£o Pedro fosse eregido exatamente em cima da tumba onde foi enterrado o ApÃ³stolo Pedro. O fato se passou e centenas de anos mais tarde o Vaticano iniciou escavaÃ§Ãµes arqueolÃ³gicas embaixo da BasÃ­lica e, para a surpresa de muitos, encontrou uma verdadeira cidade dos mortos. VocÃª pode visitar as escavaÃ§Ãµes enquanto em Roma. O Ãºnico problema Ã© que os ingressos sÃ£o limitados a 250 por dia. A Ãºnica maneira de conseguir ingressos Ã© atravÃ©s do EscritÃ³rio de EscavaÃ§Ãµes do Vaticano:Â <span style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal" class="Apple-style-span">e-mail:Â <a href="mailto:scavi@fsp.va">scavi@fsp.va</a>Â orÂ <a href="mailto:uff.scavi@fabricsp.va">uff.scavi@fabricsp.va</a>, por fax: (39-06) 6987-3017, ou diretamente no escritÃ³rio.</span></p>
<p style="text-align: justify">Se vocÃª sÃ³ tem uma tarde ou um dia para visitar o Vaticano entÃ£o, Ã© melhor nÃ£o ir porque vocÃª vai ficar maluco, mas se vocÃª tiver que escolher, visite a BasÃ­lica e a Capela Sistina.</p>
<p style="text-align: justify">NÃ£o sei porque, mas a sensaÃ§Ã£o que tenho Ã© a de que eu entrei sozinho naquela imensa igreja. NÃ£o me lembro dos turistas, tudo que me lembro Ã© da minha esperiÃªncia pessoal com aquele prÃ©dio cheio de histÃ³ria. Tente colocar na sua cabeÃ§a toda aquela imensidÃ£o. Logo depois de entrar, Â vocÃª vai ser automaticamente levado a olhar para o seu lado direito. Se eu tivesse qualquert tendÃªncia em me tornar CatÃ³lico, acho que aquele seria o momento perfeito para fazÃª-lo: o momento em que vislumbrei La PietÃ¡. Uma capela simples com essa escultura que te magnetiza: uma mÃ£e com o filho adulto deitado em seu colo. Eu andei por toda a igreja, mas de alguma forma era sempre levado a voltar e olhar aquela cena de novo. Sem dÃºvida, uma das coisas mais bonitas que jÃ¡ vÃ­. Como Ã© que Michelangelo, aos 24 anos de idade, no ano de 1499, conseguiu tal proeza em mostrar tantos sentimentos e emoÃ§Ãµes naquela escultura? Esse foi mais um momento em que nÃ£o me lembro de nenhum turista ao meu lado. Falo isso porque eu tenho visto algumas fotos do Vaticano e estÃ¡ sempre cheio de gente andando para lÃ¡ e para cÃ¡. Creio que eu tenho essa capacidade de me isolar com a experiÃªncia do momento nessas viagens.</p>
<p style="text-align: justify">Ao andar pela BasÃ­lica de SÃ£o Pedro (que nÃ£o Ã© a Catedral de Roma) tenha consciÃªncia de que vocÃª estÃ¡ entrando na maior igreja CatÃ³lica do mundo. Olhe em todas as direÃ§Ãµes, inclusive o chÃ£o de mÃ¡rmore onde vocÃª vai encontrar Â o nome e sÃ­mbolo das dioceses do mundo inteiro. NÃ£o deixe de visitar a cripta onde vocÃª pode ver o tÃºmolo de papas recentes e do passado. Quer algumas informaÃ§Ãµes da grandesa desse monumento? SÃ£o 31 altares, 27 capelas dentro da basÃ­lica, 390 estÃ¡tuas, 135 mosaicos e 15 mil metros quadrados de mÃ¡rmore.</p>
<p style="text-align: justify">Depois de visitar a Â BasÃ­lica onde bispos sÃ£o sagrados, novos santos sÃ£o proclamados e onde por sÃ©culos e sÃ©culos Â as coloridas e Â bem coreografadasÂ Â liturgias catÃ³licas acontecem, visite a maravilhosa Capela Sistina. Um pequeno livro comemorando a reaturaÃ§Ã£o da Capela que comprei enquanto no Vaticano tem o tÃ­tulo que resume as pinturas que vocÃª vai ver em seu interior: Capela Sistina - SantuÃ¡rio da Teologia do Corpo Humano. Ã‰ claro que estÃ¡ diante de obras como A CriaÃ§Ã£o de AdÃ£o ou do JuÃ­zo Final torna-se momentos Ãºnicos e inesquecÃ­veis, porÃ©m, minha maior fascinaÃ§Ã£o com a Capela Sistina foi a do meu senso histÃ³rico de que naquele exato lugar sÃ£o realizados os conclaves onde sÃ£o escolhidos os novos papas da igreja. Ã‰ dalÃ­ que se origina a tÃ£o famosa fumuÃ§a branca que anuncia a eleiÃ§Ã£o de mais um sumo pontÃ­fice. Ã‰ alÃ­ tambÃ©m onde todos os anos por ocasiÃ£o da PÃ¡scoa acontece uma dessas coisas que sÃ³ o Vaticano mesmo consegue criar com seus segredos, fofocas e intrigas.Â </p>
<p style="text-align: justify">Se vocÃª estiver por Roma na quarta ou sexta-feira da semana santa, tente participar da missa realizada na Capela Sistina. Nessa missa vocÃª vai ouvir o <span style="font-style: italic" class="Apple-style-span">Miserere Mei, Deus </span>composto por Gregorio Allegri em 1630. Por algum motivo ligado a supertiÃ§Ã£o excessiva e secretiva do Vaticano, essa composiÃ§Ã£o foi proÃ­bida pelo Papa de ser copiada ou executada fora da Capela ou daquela missa especÃ­fica sob pena de excomunhÃ£o automÃ¡tica. Uma das coisas que mais chama a atenÃ§Ã£o nessa composiÃ§Ã£o especÃ­fica Ã© o fato de, em meio ao canto coral, uma simples voz se destaca cantando a mais pura nota dÃ³ nas maiores alturas da nota, toda a mÃºsica enche a Capela e vocÃª Ã© elevado atÃ© o teto cada vez que o menino no coro (ou o castrato nos tempos antigos) atinge aquela difÃ­cil nota. A fascinaÃ§Ã£o com a histÃ³ria desse <span style="font-style: italic" class="Apple-style-span">Miserere </span>nÃ£o termina na sua tÃ©cnica musical. Por causa da proibiÃ§Ã£o decretada pelo Papa, a Ãºnica maneira de se ouvir a mÃºsica era participando da missa em um dos dias da Semana Santa. A tradiÃ§Ã£o diz que lÃ¡ pelo ano de 1770 um menino de 14 anos participou da missa na quaerta-feira santa e ouviu aquela mÃºsica. Mais tarde naquele dia, o menino sentou-se e escreveu toda a mÃºsica de memÃ³ria baseado no que havia ouvido durante a missa. O menino retornou na sexta-feira para checar se o que havia memorizado estava certo e talvez fazer algumas correÃ§Ãµes. O nome desse menino era Mozart. Baseado na transcriÃ§Ã£o de Mozart, a mÃºsica foi publicada em Londres no ano de 1771. Mozart nÃ£o foi excomungado, mas sim admirado pelo Papa. Por falar em Miserere, saiba que a lÃ­ngua oficial do Vaticano Ã© o velho e bonito latin. Isso significa que se vocÃª for tirar dinheiro no caixa eletrÃ´nico vai ser saudado pela mÃ¡quina com a seguinte inscriÃ§Ã£o na tela:</p>
<p style="text-align: center"><span style="font-style: italic" class="Apple-style-span">Inserito scidulam quaeso ut faciundam cognoscas rationemÂ </span></p>
<p style="text-align: left">Â Pois bem, nÃ£o deixe de estudar seu latin e, quem sabe, vocÃª Ã© atÃ© Â convidado para um bate-papo com o Papa.Â </p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
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		<title>et iocundis imperat deus puerilis</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/29</link>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 14:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Viagem Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[<h4 style="text-align: center"><span class="Apple-style-span" style="color: #ff0000">Magnificente KremlinÂ </span></h4>
<p style="text-align: justify">VocÃª deve ter notado por aÃ­ que a RÃºssia deu posse a um novo presidente na semana passada. NÃ£o vou comentar aqui as circustÃ¢ncias da eleiÃ§Ã£o desse presidente (Dmitry Medvedev) e de suas relaÃ§Ãµes com o presiente que terminou o mandato e que agora Ã© o Primier do paÃ­s (Vladimir Putin).</p>
<p style="text-align: justify"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: normal">Assisti Â a cerimÃ´nia de posse e fiquei perplexo com duas coisas:Â </span></p>
<p style="text-align: justify">1) Â A pompa, precisÃ£o e riqueza da cerimÃ´nia foi de encher os olhos daqueles, como eu, que adoram ver esse tipo de coisa. Pompa que pode ser colocada lado-a-lado com as altas cerimÃ´nias religiosas realizadas na BasÃ­lica Vaticana.</p>
<p style="text-align: justify">2) A beleza arquitetÃ´nica do complexo do Kremlin de Moscou. Incrivelemente bonito com toda a imponÃªncia de seus prÃ©dios.</p>
<p style="text-align: justify">Assista a esse vÃ­deo (10 min.) da posse do novo presidente russo com algumas imagens aÃ©reas do forte e a pompa da cerimÃ´nia.</p>
<p style="text-align: center">Â <span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande'; font-size: 10px; line-height: normal; white-space: pre"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: 16px; line-height: 20px; white-space: normal">Â Â </span></span></p>
<p style="text-align: center"><object width="425" height="355">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/k_YMHDUqR58&amp;hl=en"></param>
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			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center"><span class="Apple-style-span" style="color: #ff0000">Magnificente KremlinÂ </span></h4>
<p style="text-align: justify">VocÃª deve ter notado por aÃ­ que a RÃºssia deu posse a um novo presidente na semana passada. NÃ£o vou comentar aqui as circustÃ¢ncias da eleiÃ§Ã£o desse presidente (Dmitry Medvedev) e de suas relaÃ§Ãµes com o presiente que terminou o mandato e que agora Ã© o Primier do paÃ­s (Vladimir Putin).</p>
<p style="text-align: justify"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial; font-size: 12px; line-height: normal">Assisti Â a cerimÃ´nia de posse e fiquei perplexo com duas coisas:Â </span></p>
<p style="text-align: justify">1) Â A pompa, precisÃ£o e riqueza da cerimÃ´nia foi de encher os olhos daqueles, como eu, que adoram ver esse tipo de coisa. Pompa que pode ser colocada lado-a-lado com as altas cerimÃ´nias religiosas realizadas na BasÃ­lica Vaticana.</p>
<p style="text-align: justify">2) A beleza arquitetÃ´nica do complexo do Kremlin de Moscou. Incrivelemente bonito com toda a imponÃªncia de seus prÃ©dios.</p>
<p style="text-align: justify">Assista a esse vÃ­deo (10 min.) da posse do novo presidente russo com algumas imagens aÃ©reas do forte e a pompa da cerimÃ´nia.</p>
<p style="text-align: center">Â <span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Lucida Grande'; font-size: 10px; line-height: normal; white-space: pre"><span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: 16px; line-height: 20px; white-space: normal">Â Â </span></span></p>
<p style="text-align: center"><object width="425" height="355">
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		<title>felix et beatus</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/26</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 02:59:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/joao23.jpg" alt="joao23.jpg" />Â </p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
<p style="text-align: justify">Hoje foi dia de mÃ©dico, nÃ£o para mim, mas para oÂ <a href="http://picasaweb.google.com/nosrevla/JoOECharles">JoÃ£o</a>. Para quem nÃ£o sabe, JoÃ£o, Ã© o meu gato de 4 anos. Hoje foi dia da consulta anual para ver se tudo estÃ¡ bem e tomar algumas vacinas que estÃ£o para vencer. O pessoal da clÃ­nica <a href="http://web.mac.com/southbayveterinary/Site/Welcome.html">South Bay Veterinary</a>Â Â Ã© sempreÂ de uma atenÃ§Ã£o dobrada com o atendimento.Â O vetinÃ¡rio do JoÃ£o Ã© o Dr. Timothy Wosco que fez os exames de rotina e disse que tudo estÃ¡ bem, porÃ©m, ainda nÃ£o comnseguimos resolver um problema sÃ©rio: peso. JoÃ£o Ã© um gato grande por natureza, mas estÃ¡ acima do peso.Â OÂ peso ideal para ele seria de 8 a 9 quilos. Depois de um ano em uma dieta especial ele conseguiu ganhar quase 2 quilos e agora estÃ¡ com quase 13 quilos. Â Dr. Wosko o colocou em outra dieta com comida molhada e devemos checar o peso novamente daqui a alguns meses. a diabete Ã© o maior problema que pode decorrer por causa da obesidade.</p>
<p style="text-align: justify">O mÃ©dico disse que ele se sentiria cansado durante o dia por causa das vacinas que tomou e provavelmente dormiria o dia todo, o que nÃ£o Ã© novidade porque Ã© isso que ele faz mesmo todos os dias, mas na verdade, vejo a diferenÃ§a. Ele estÃ¡ realmente cansado e a cena da foto acima Ã© o que aconteceu durante todo o dia: completamente desmaiado. Vamos ver se o efeito da vacina Â vai ter passado amanhÃ£ por volta das 6 da manhÃ£ quando ele normalmente comeÃ§a a ladainha querendo comida. Â </p>
<p style="text-align: right">Â </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/joao23.jpg" alt="joao23.jpg" />Â </p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
<p style="text-align: justify">Hoje foi dia de mÃ©dico, nÃ£o para mim, mas para oÂ <a href="http://picasaweb.google.com/nosrevla/JoOECharles">JoÃ£o</a>. Para quem nÃ£o sabe, JoÃ£o, Ã© o meu gato de 4 anos. Hoje foi dia da consulta anual para ver se tudo estÃ¡ bem e tomar algumas vacinas que estÃ£o para vencer. O pessoal da clÃ­nica <a href="http://web.mac.com/southbayveterinary/Site/Welcome.html">South Bay Veterinary</a>Â Â Ã© sempreÂ de uma atenÃ§Ã£o dobrada com o atendimento.Â O vetinÃ¡rio do JoÃ£o Ã© o Dr. Timothy Wosco que fez os exames de rotina e disse que tudo estÃ¡ bem, porÃ©m, ainda nÃ£o comnseguimos resolver um problema sÃ©rio: peso. JoÃ£o Ã© um gato grande por natureza, mas estÃ¡ acima do peso.Â OÂ peso ideal para ele seria de 8 a 9 quilos. Depois de um ano em uma dieta especial ele conseguiu ganhar quase 2 quilos e agora estÃ¡ com quase 13 quilos. Â Dr. Wosko o colocou em outra dieta com comida molhada e devemos checar o peso novamente daqui a alguns meses. a diabete Ã© o maior problema que pode decorrer por causa da obesidade.</p>
<p style="text-align: justify">O mÃ©dico disse que ele se sentiria cansado durante o dia por causa das vacinas que tomou e provavelmente dormiria o dia todo, o que nÃ£o Ã© novidade porque Ã© isso que ele faz mesmo todos os dias, mas na verdade, vejo a diferenÃ§a. Ele estÃ¡ realmente cansado e a cena da foto acima Ã© o que aconteceu durante todo o dia: completamente desmaiado. Vamos ver se o efeito da vacina Â vai ter passado amanhÃ£ por volta das 6 da manhÃ£ quando ele normalmente comeÃ§a a ladainha querendo comida. Â </p>
<p style="text-align: right">Â </p>
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		<title>Gloriantur et letantur</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/23</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 02:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vivendo nos EUA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/bostonmaratona1.jpg" alt="bostonmaratona1.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">Â Ontem, 21 de abril, tambÃ©m foi feriado aqui em Boston: Dia do Patriota. Um feriado que comemora o inÃ­cio da guerra da revoluÃ§Ã£o que resultou na independÃªncia do paÃ­s. Como tudo comeÃ§ou aqui no estado de Massachusetts, particularmente na cidade de Boston e cidades vizinhas, nada melhor que um feriado para comemorar. Ã‰ um daqueles feriadosÂ estranhos em que tudo funciona normalmente e somente a burocracia estadual e municipal fecham. PorÃ©m, muita gente nÃ£o trabalha nesse dia porque nele acontece a <a href="http://www.baa.org">Maratona de Boston</a>Â que Ã©, segundo os entendidos, uma das mais importantes do circuito de maratonas mundiais. JÃ¡ na sua 112 ediÃ§Ã£o, a maratona reune milhares de pessoas, 26 mil corredores nesse ano, e Ã© um acontecimento que envolve quase toda a cidade durante uma semana. Assisti pela TV as largadas que acontecem na cidade de Hopinkton e depois fui para o local de chegada aqui em Boston me juntar as cerca de 1 milhÃ£o de pessoas que vibravam nas ruas para assisitir os grandes campeÃµes africanos ganharem mais uma vez como jÃ¡ acontece por mais de 10 anos: deu Kenia no masculino (Robert Cheruiyot- tambÃ©m vencedor da SÃ£o Silvestre jÃ¡ por 3 anos), EtiÃ³pia no feminino, Ãfrica do Sul no masculino de cadeira de rodas e JapÃ£o no feminino de cadeira de rodas.Â </p>
<p style="text-align: justify">A grande disputa do dia foi entre a etÃ­ope Dire Tune e a russa Alevtina Biktimirova<span class="Apple-style-span" style="font-family: Times; line-height: normal">. As duas vieram pau-a-pau desde a largada. Dire Tune ganhou com uma diferenÃ§a de 2 segundos com uma vibraÃ§Ã£o incrÃ­vel dos que assistiam.Â </span></p>
<p style="text-align: justify">Depois do triunfo do pelotÃ£o de elite comeÃ§ou a chegar a grande massa de corredores. Emociona ver o esforÃ§o, dedicaÃ§Ã£o, Â coragem e alegria contagiante de muitos corredores ao fazerem a Ãºltima curva e verem lÃ¡ no final a linha de chegada somente a 1 km de distÃ¢ncia. Foi uma festa bonita de se ver.</p>
<p style="text-align: justify">Aos poucos vou aqui treinando para a minha primeira maratona. Em agosto participo de uma corrida de 10 km no estado de Maine. Minha vontade Ã© tomar parte na Â <a href="http://www.saosilvestre.com.br">Corrida de SÃ£o Silvestre</a> ainda estou pensando no assunto. AlguÃ©m se habilita a correr comigo? SÃ³ depois de ser classificado com um tempo mÃ­nimo em uma &#8220;maratona aberta&#8221; Ã© que posso me inscrever na maratona de Boston. Um dia, quem sabe?</p>
<p style="text-align: justify">Â AliÃ¡s, leio todas as semanas a excelente coluna e conselhos do professorÂ <a href="http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&amp;pageCode=1287">Renato Dutra</a> na Revista Veja. Ele trata exclusivamente do tÃ³pico de corridas com excelente dicas. Se vocÃª estÃ¡ iniciando a sua &#8220;carreira&#8221; a coluna do Renato Ã© um bom lugar para comeÃ§ar.</p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/bostonmaratona2.jpg" alt="bostonmaratona2.jpg" /></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/bostonmaratona1.jpg" alt="bostonmaratona1.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">Â Ontem, 21 de abril, tambÃ©m foi feriado aqui em Boston: Dia do Patriota. Um feriado que comemora o inÃ­cio da guerra da revoluÃ§Ã£o que resultou na independÃªncia do paÃ­s. Como tudo comeÃ§ou aqui no estado de Massachusetts, particularmente na cidade de Boston e cidades vizinhas, nada melhor que um feriado para comemorar. Ã‰ um daqueles feriadosÂ estranhos em que tudo funciona normalmente e somente a burocracia estadual e municipal fecham. PorÃ©m, muita gente nÃ£o trabalha nesse dia porque nele acontece a <a href="http://www.baa.org">Maratona de Boston</a>Â que Ã©, segundo os entendidos, uma das mais importantes do circuito de maratonas mundiais. JÃ¡ na sua 112 ediÃ§Ã£o, a maratona reune milhares de pessoas, 26 mil corredores nesse ano, e Ã© um acontecimento que envolve quase toda a cidade durante uma semana. Assisti pela TV as largadas que acontecem na cidade de Hopinkton e depois fui para o local de chegada aqui em Boston me juntar as cerca de 1 milhÃ£o de pessoas que vibravam nas ruas para assisitir os grandes campeÃµes africanos ganharem mais uma vez como jÃ¡ acontece por mais de 10 anos: deu Kenia no masculino (Robert Cheruiyot- tambÃ©m vencedor da SÃ£o Silvestre jÃ¡ por 3 anos), EtiÃ³pia no feminino, Ãfrica do Sul no masculino de cadeira de rodas e JapÃ£o no feminino de cadeira de rodas.Â </p>
<p style="text-align: justify">A grande disputa do dia foi entre a etÃ­ope Dire Tune e a russa Alevtina Biktimirova<span class="Apple-style-span" style="font-family: Times; line-height: normal">. As duas vieram pau-a-pau desde a largada. Dire Tune ganhou com uma diferenÃ§a de 2 segundos com uma vibraÃ§Ã£o incrÃ­vel dos que assistiam.Â </span></p>
<p style="text-align: justify">Depois do triunfo do pelotÃ£o de elite comeÃ§ou a chegar a grande massa de corredores. Emociona ver o esforÃ§o, dedicaÃ§Ã£o, Â coragem e alegria contagiante de muitos corredores ao fazerem a Ãºltima curva e verem lÃ¡ no final a linha de chegada somente a 1 km de distÃ¢ncia. Foi uma festa bonita de se ver.</p>
<p style="text-align: justify">Aos poucos vou aqui treinando para a minha primeira maratona. Em agosto participo de uma corrida de 10 km no estado de Maine. Minha vontade Ã© tomar parte na Â <a href="http://www.saosilvestre.com.br">Corrida de SÃ£o Silvestre</a> ainda estou pensando no assunto. AlguÃ©m se habilita a correr comigo? SÃ³ depois de ser classificado com um tempo mÃ­nimo em uma &#8220;maratona aberta&#8221; Ã© que posso me inscrever na maratona de Boston. Um dia, quem sabe?</p>
<p style="text-align: justify">Â AliÃ¡s, leio todas as semanas a excelente coluna e conselhos do professorÂ <a href="http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&amp;pageCode=1287">Renato Dutra</a> na Revista Veja. Ele trata exclusivamente do tÃ³pico de corridas com excelente dicas. Se vocÃª estÃ¡ iniciando a sua &#8220;carreira&#8221; a coluna do Renato Ã© um bom lugar para comeÃ§ar.</p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/bostonmaratona2.jpg" alt="bostonmaratona2.jpg" /></p>
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		<title>Sed eligo quod video</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/19</link>
		<comments>http://blog.nosrevla.com/archives/19#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 21:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vivendo nos EUA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center">Â <img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/boston2.JPG" alt="boston2.JPG" /></p>
<p style="text-align: justify">Â Nada melhor do que sentir na pele a temperatura subir depois de quase 6 meses vivendo em um frio onde a temperatura variou entre 15 negativos e 10 positivos. Levou 165 dias para a gente experimentar 21 graus na quinta-feira passada. A cada inverno vem a mesma pergunta: o que Ã© que estou fazendo nessa terra fria? Mas agora Ã© primavera, nÃ£o estÃ¡ quente como um carioca gosta, mas Ã© a melhor coisa que temos nos Ãºltimos 6 meses. TambÃ©m tem essa maravilha de ver as Ã¡rvores mudarem, re-nascerem em diferentes tonalidades de verde. O verÃ£o jÃ¡ estÃ¡ quase Ã s portas da cidade e, nÃ£o se engane, calor aqui Ã© tambÃ©m de matar. Inverno Ã© inverno e verÃ£o Ã© verÃ£o.</p>
<p style="text-align: justify">Com a mudanÃ§a de temperatura lÃ¡ fora comeÃ§o a mudar meus hÃ¡bitos tambÃ©m: deixo de correr na academia e passo a correr ao ar livre, deixo o carro na garagem e ando por aÃ­ de bicicleta.</p>
<p style="text-align: justify">Corridas comeÃ§aram a fazer parte da minha vida mais metodicamente no ano passado. Corro pelo menos 3 a 4 vezes por semana e intercalo com algum trabalho de musculaÃ§Ã£o moderada. A cidade de Boston Ã© excelente para se correr. Uma cidade com ar de grande mas que no Ã­ntimo Ã© pequena o suficiente para se andar e apreciar-se os muitos pontos histÃ³ricos. Planejo minhas corridas de acordo com os monumentos histÃ³ricos e cada vez que passo por um deles faÃ§o uma revisÃ£o da sua importÃ¢ncia para a histÃ³ria da cidade, do paÃ­s ou do mundo, se for o caso.</p>
<p style="text-align: justify">Ontem corri por uma hora uma distÃ¢ncia de 7 milhas (mais ou menos 11 km). Â Segue abaixo a lista de alguns lugares histÃ³ricos em que identifiquei no caminho:<a href="http://mfa.org"></a></p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
<ul>
<li><a href="http://mfa.org">Museum of Fine Arts</a>Â Â (Museu de Belas Artes)</li>
<li><a href="http://bso.org">Boston Symphony Orchestra</a> (Orchestra SinfÃ´nica de Boston)</li>
<li><a href="http://www.tfccs.com">Christian Science - Mother Church</a> (Sede da Igreja CiÃªncia CristÃ£)</li>
<li><a href="http://www.bpl.org">Boston Public Library</a> (Biblioteca PÃºblica de Boston)</li>
<li><a href="http://www.oldsouth.org">Old South Church</a></li>
<li><a href="http://www.trinitychurchboston.org">Trinity Chruch</a> (Igreja Anglicana da Trindade)</li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Hancock_Tower">John Hancock Tower</a> (Torre John Hancock)</li>
<li><a href="http://www.swanboats.com/new/public_garden.shtml">Boston Public Garden</a> (Jardim PÃºblico)</li>
<li><a href="http://www.cityofboston.gov/FreedomTrail/bostoncommon.asp">Boston Common</a> (Parque PÃºblico)</li>
<li><a href="http://www.greatbuildings.com/buildings/Massachusetts_State_House.html">Massachusetts State House</a> (Sede do Governo Estadual - Governador e CÃ¢mara de Deputados e Senadores)</li>
</ul>
<p>Cansei de colocar links de todos os lugares histÃ³ricos que passei enquanto corria. SÃ³ agora vejo que realmente Boston tem um monte de coisas interessantes bem prÃ³ximas uma das outras. Â Essa pÃ¡gina do Â <a href="http://www.thefreedomtrail.org/visitor/visitor.html">The Freedom Trail</a> apresenta mais uma variedade de lugares onde passei.Por falar em corridas, esse fim de semana tem 2 maratonas na cidade. No domingo acontece a maratona que vai qualificar a atleta que representarÃ¡ os EUA na categoria feminina nas prÃ³ximas Â olimpÃ­adas. Na segunda-feira, feriado local, acontece a 112 ediÃ§Ã£o da <a href="http://www.baa.org/BostonMarathon/Default.asp">Maratona de Boston</a>. Â  A cidade estÃ¡ cheia e tem muita coisa interessante acontecendo.Â 
<p style="text-align: center">Â <img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/mfa.JPG" alt="mfa.JPG" /></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">Â <img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/boston2.JPG" alt="boston2.JPG" /></p>
<p style="text-align: justify">Â Nada melhor do que sentir na pele a temperatura subir depois de quase 6 meses vivendo em um frio onde a temperatura variou entre 15 negativos e 10 positivos. Levou 165 dias para a gente experimentar 21 graus na quinta-feira passada. A cada inverno vem a mesma pergunta: o que Ã© que estou fazendo nessa terra fria? Mas agora Ã© primavera, nÃ£o estÃ¡ quente como um carioca gosta, mas Ã© a melhor coisa que temos nos Ãºltimos 6 meses. TambÃ©m tem essa maravilha de ver as Ã¡rvores mudarem, re-nascerem em diferentes tonalidades de verde. O verÃ£o jÃ¡ estÃ¡ quase Ã s portas da cidade e, nÃ£o se engane, calor aqui Ã© tambÃ©m de matar. Inverno Ã© inverno e verÃ£o Ã© verÃ£o.</p>
<p style="text-align: justify">Com a mudanÃ§a de temperatura lÃ¡ fora comeÃ§o a mudar meus hÃ¡bitos tambÃ©m: deixo de correr na academia e passo a correr ao ar livre, deixo o carro na garagem e ando por aÃ­ de bicicleta.</p>
<p style="text-align: justify">Corridas comeÃ§aram a fazer parte da minha vida mais metodicamente no ano passado. Corro pelo menos 3 a 4 vezes por semana e intercalo com algum trabalho de musculaÃ§Ã£o moderada. A cidade de Boston Ã© excelente para se correr. Uma cidade com ar de grande mas que no Ã­ntimo Ã© pequena o suficiente para se andar e apreciar-se os muitos pontos histÃ³ricos. Planejo minhas corridas de acordo com os monumentos histÃ³ricos e cada vez que passo por um deles faÃ§o uma revisÃ£o da sua importÃ¢ncia para a histÃ³ria da cidade, do paÃ­s ou do mundo, se for o caso.</p>
<p style="text-align: justify">Ontem corri por uma hora uma distÃ¢ncia de 7 milhas (mais ou menos 11 km). Â Segue abaixo a lista de alguns lugares histÃ³ricos em que identifiquei no caminho:<a href="http://mfa.org"></a></p>
<p style="text-align: justify">Â </p>
<ul>
<li><a href="http://mfa.org">Museum of Fine Arts</a>Â Â (Museu de Belas Artes)</li>
<li><a href="http://bso.org">Boston Symphony Orchestra</a> (Orchestra SinfÃ´nica de Boston)</li>
<li><a href="http://www.tfccs.com">Christian Science - Mother Church</a> (Sede da Igreja CiÃªncia CristÃ£)</li>
<li><a href="http://www.bpl.org">Boston Public Library</a> (Biblioteca PÃºblica de Boston)</li>
<li><a href="http://www.oldsouth.org">Old South Church</a></li>
<li><a href="http://www.trinitychurchboston.org">Trinity Chruch</a> (Igreja Anglicana da Trindade)</li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Hancock_Tower">John Hancock Tower</a> (Torre John Hancock)</li>
<li><a href="http://www.swanboats.com/new/public_garden.shtml">Boston Public Garden</a> (Jardim PÃºblico)</li>
<li><a href="http://www.cityofboston.gov/FreedomTrail/bostoncommon.asp">Boston Common</a> (Parque PÃºblico)</li>
<li><a href="http://www.greatbuildings.com/buildings/Massachusetts_State_House.html">Massachusetts State House</a> (Sede do Governo Estadual - Governador e CÃ¢mara de Deputados e Senadores)</li>
</ul>
<p>Cansei de colocar links de todos os lugares histÃ³ricos que passei enquanto corria. SÃ³ agora vejo que realmente Boston tem um monte de coisas interessantes bem prÃ³ximas uma das outras. Â Essa pÃ¡gina do Â <a href="http://www.thefreedomtrail.org/visitor/visitor.html">The Freedom Trail</a> apresenta mais uma variedade de lugares onde passei.Por falar em corridas, esse fim de semana tem 2 maratonas na cidade. No domingo acontece a maratona que vai qualificar a atleta que representarÃ¡ os EUA na categoria feminina nas prÃ³ximas Â olimpÃ­adas. Na segunda-feira, feriado local, acontece a 112 ediÃ§Ã£o da <a href="http://www.baa.org/BostonMarathon/Default.asp">Maratona de Boston</a>. Â  A cidade estÃ¡ cheia e tem muita coisa interessante acontecendo.Â 
<p style="text-align: center">Â <img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/04/mfa.JPG" alt="mfa.JPG" /></p>
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		<title>Cignus ustus cantat</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/11</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 04:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amigos]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blog.nosrevla.com/archives/11/davi-gama/" title="Davi Gama" rel="attachment wp-att-10"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/01/davigama.jpg" alt="Davi Gama" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://blog.nosrevla.com/archives/11/davi-gama/" title="Davi Gama" rel="attachment wp-att-10"></a><span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span">Davi GamaÂ </span></p>
<p style="text-align: justify">Â Estava eu inocentemente surfando pela internet quando me deparei com esse <a href="http://www.youtube.com/watch?v=eYbK7zcXttQ">vÃ­deo</a></p>
<p style="text-align: justify">Fiquei chocado e ainda chorando.</p>
<p style="text-align: justify">Davi foi parte presente da minha adolescÃªncia na Primeira Igreja Batista de Nova IguaÃ§Ãº. Um desses amigos que a gente nunca esquece. Uma famÃ­lia querida cheia de vida e prazer. Uma vez a gente atÃ© ganhou um concurso interno de mÃºsica da igreja. Ele compÃ´s a mÃºsica e, para apavoramento de um menino tÃ­mido como eu, convidou-me para cantar com ele. Uma mÃºsica com ritimo e letra cativantes. A vida nos levou para lugares diferentes e ouvi bem pouco sobre o que ele andava fazendo ultimamente. Sabia que havia casado e morava em SÃ£o Paulo. De vez enquando lembrava dele quando me pegava  cantarolando a mÃºsica daquele concurso, que nesse momento nÃ£o sai da minha cabeÃ§a. Lembrava de seu sorriso largo, alegria e coraÃ§Ã£o grande; das suas lutas e esforÃ§os para, juntamente com seu irmÃ£o Daniel, cuidar e prover sustento e carinho para sua avÃ³ e sua mÃ£e. Lembrava dessas coisas e pensava: &#8216;onde andarÃ¡ toda essa gente?&#8217; e seguia a vida com a certeza de que um dia a gente se encontraria por aÃ­ numa virada qualquer de esquina. Isso mesmo, a gente se encontra por aÃ­, amigo. Foi muito bom ter convivido com vocÃª em tempos de muita alegria para todos nÃ³s.Â </p>
<p style="text-align: center">Â Â </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blog.nosrevla.com/archives/11/davi-gama/" title="Davi Gama" rel="attachment wp-att-10"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/01/davigama.jpg" alt="Davi Gama" /></a></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://blog.nosrevla.com/archives/11/davi-gama/" title="Davi Gama" rel="attachment wp-att-10"></a><span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span">Davi GamaÂ </span></p>
<p style="text-align: justify">Â Estava eu inocentemente surfando pela internet quando me deparei com esse <a href="http://www.youtube.com/watch?v=eYbK7zcXttQ">vÃ­deo</a></p>
<p style="text-align: justify">Fiquei chocado e ainda chorando.</p>
<p style="text-align: justify">Davi foi parte presente da minha adolescÃªncia na Primeira Igreja Batista de Nova IguaÃ§Ãº. Um desses amigos que a gente nunca esquece. Uma famÃ­lia querida cheia de vida e prazer. Uma vez a gente atÃ© ganhou um concurso interno de mÃºsica da igreja. Ele compÃ´s a mÃºsica e, para apavoramento de um menino tÃ­mido como eu, convidou-me para cantar com ele. Uma mÃºsica com ritimo e letra cativantes. A vida nos levou para lugares diferentes e ouvi bem pouco sobre o que ele andava fazendo ultimamente. Sabia que havia casado e morava em SÃ£o Paulo. De vez enquando lembrava dele quando me pegava  cantarolando a mÃºsica daquele concurso, que nesse momento nÃ£o sai da minha cabeÃ§a. Lembrava de seu sorriso largo, alegria e coraÃ§Ã£o grande; das suas lutas e esforÃ§os para, juntamente com seu irmÃ£o Daniel, cuidar e prover sustento e carinho para sua avÃ³ e sua mÃ£e. Lembrava dessas coisas e pensava: &#8216;onde andarÃ¡ toda essa gente?&#8217; e seguia a vida com a certeza de que um dia a gente se encontraria por aÃ­ numa virada qualquer de esquina. Isso mesmo, a gente se encontra por aÃ­, amigo. Foi muito bom ter convivido com vocÃª em tempos de muita alegria para todos nÃ³s.Â </p>
<p style="text-align: center">Â Â </p>
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		<title>Circa mea pectora</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/8</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 18:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<p align="center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/01/bicicletas.JPG" alt="bicicletas" width="250" height="300" />Â </p>
<p align="center"><strong>No Lugar Onde Moro&#8230;Â </strong></p>
<p style="text-align: justify">Â Â Â <strong>Nova IguaÃ§u, RJ - Rio de Janeiro, RJ - Itatiba, SP - Campinas, SP - Pietermaritzburg, Ãfrica do Sul - Framingham, Â EUA - Boston, EUA.</strong></p>
<p style="text-align: justify">Pensando bem, atÃ© que eu nÃ£o morei em muitos lugares diferentes na vida. AtÃ© agora conto com 8 cidades onde morei por mais de 1 ano. Logo vou completar 8 anos morando em Boston, uma das cidades mais histÃ³ricas dos EUA. Â Gosto daqui, mas tenho saudades de outros bons lugares como Pietermaritzburg ou o Rio. Houve um tempo em minha vida que nunca pensei ser possÃ­vel sair de Nova IguaÃ§Ãº. Pensei estar destinado a morar na baixada, trabalhar &#8220;na cidade&#8221; usando o trem como meio de transporte principal para se chegar &#8220;lÃ¡ embaixo&#8221;. Nada demais sobre isso porque milhÃµes de pessoas fazem da cidade o seu canto de viver e, diga-se de passagem, estÃ£o bem felizes. Morar no exterior ou &#8220;na cidade&#8221; nÃ£o Ã© garantia de felicidade para ninguÃ©m. Tem muito mais coisas envolvidas nessa mÃ¡gica de viver.Â </p>
<p style="text-align: justify">Tudo mudou de repente Ã  partir do dia em que decidi que mudaria de vida, ingressaria em um seminÃ¡rio na Tijuca onde seria estudante residente. Fui parar no Rio e aproveitar muitas das boas coisas que a cidade oferece e que um menino bÃ´bo como eu poderia perceber. Do Rio veio Itatiba, lugar que nunca havia ouvido falar atÃ© o dia em que lÃ¡ apareci para passar 3 anos de minha vida entre italianos, fÃ¡bricas de mÃ³veis coloniais e os desafios de gerenciar uma igeja batista e os desafios de fazer-se relevante na comunidade. De Itatiba veio Campinas e de Campinas fui parar na Ãfrica do Sul como estudante residente na Univerrsidade de Natal. Dias por demais bons.</p>
<p style="text-align: justify">JÃ¡ morei em 8 cidades totalmente diferentes uma das outras, cada uma com sua significÃ¢ncia e importÃ¢ncia na minha vida. Fatos marcantes, banais, importantes e a presenÃ§a de muitos amigos e nenhum inimigo que consiga lembrar-me agora.Â <span style="font-size: 23px; line-height: 28px" class="Apple-style-span"><span style="font-size: 23px; line-height: 28px" class="Apple-style-span"></span></span></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-content/uploads/2008/01/bicicletas.JPG" alt="bicicletas" width="250" height="300" />Â </p>
<p align="center"><strong>No Lugar Onde Moro&#8230;Â </strong></p>
<p style="text-align: justify">Â Â Â <strong>Nova IguaÃ§u, RJ - Rio de Janeiro, RJ - Itatiba, SP - Campinas, SP - Pietermaritzburg, Ãfrica do Sul - Framingham, Â EUA - Boston, EUA.</strong></p>
<p style="text-align: justify">Pensando bem, atÃ© que eu nÃ£o morei em muitos lugares diferentes na vida. AtÃ© agora conto com 8 cidades onde morei por mais de 1 ano. Logo vou completar 8 anos morando em Boston, uma das cidades mais histÃ³ricas dos EUA. Â Gosto daqui, mas tenho saudades de outros bons lugares como Pietermaritzburg ou o Rio. Houve um tempo em minha vida que nunca pensei ser possÃ­vel sair de Nova IguaÃ§Ãº. Pensei estar destinado a morar na baixada, trabalhar &#8220;na cidade&#8221; usando o trem como meio de transporte principal para se chegar &#8220;lÃ¡ embaixo&#8221;. Nada demais sobre isso porque milhÃµes de pessoas fazem da cidade o seu canto de viver e, diga-se de passagem, estÃ£o bem felizes. Morar no exterior ou &#8220;na cidade&#8221; nÃ£o Ã© garantia de felicidade para ninguÃ©m. Tem muito mais coisas envolvidas nessa mÃ¡gica de viver.Â </p>
<p style="text-align: justify">Tudo mudou de repente Ã  partir do dia em que decidi que mudaria de vida, ingressaria em um seminÃ¡rio na Tijuca onde seria estudante residente. Fui parar no Rio e aproveitar muitas das boas coisas que a cidade oferece e que um menino bÃ´bo como eu poderia perceber. Do Rio veio Itatiba, lugar que nunca havia ouvido falar atÃ© o dia em que lÃ¡ apareci para passar 3 anos de minha vida entre italianos, fÃ¡bricas de mÃ³veis coloniais e os desafios de gerenciar uma igeja batista e os desafios de fazer-se relevante na comunidade. De Itatiba veio Campinas e de Campinas fui parar na Ãfrica do Sul como estudante residente na Univerrsidade de Natal. Dias por demais bons.</p>
<p style="text-align: justify">JÃ¡ morei em 8 cidades totalmente diferentes uma das outras, cada uma com sua significÃ¢ncia e importÃ¢ncia na minha vida. Fatos marcantes, banais, importantes e a presenÃ§a de muitos amigos e nenhum inimigo que consiga lembrar-me agora.Â <span style="font-size: 23px; line-height: 28px" class="Apple-style-span"><span style="font-size: 23px; line-height: 28px" class="Apple-style-span"></span></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Were diu werlt alle min</title>
		<link>http://blog.nosrevla.com/archives/6</link>
		<comments>http://blog.nosrevla.com/archives/6#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2008 18:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Vivendo nos EUA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span">   </span></p>
<p align="center"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 23px; font-style: italic; line-height: 28px">Were diu werlt alle min</span></p>
<p align="center"><em>von deme mere unze an den Rin</em></p>
<p align="center"><em>des wolt ih mih darben,</em></p>
<p align="center"><em>daz diu chunegin von Engellant</em></p>
<p align="center"><em>lege an minen armen.</em></p>
<p style="text-align: justify">Posso falar com toda seguranÃ§a de que eu nunca havia pensado em vir morar nos EUA. NÃ£o via a possibilidade ou o interesse que me impulsionasse para tal. Uma amiga americana na universidade em Pietermaritzburg insistiu para que eu Â pelo menos fosse atÃ© Durban e solicitasse o visto para os EUA, na remota possibilidade de que eu decidisse Â visitÃ¡-la mais tarde na cidade de Menphis. Por causa de muita insistÃªncia e com muita mÃ¡ vontade, mas o que a gente nÃ£o faz por uma amiga de voz doce, peguei uma das lotaÃ§Ãµes para Durban e me aventurei em procurar o consulado americano. Preenchi os papÃ©is necessÃ¡rios, entreguei no guichÃª e perguntei quantos minutos teria que esperar. A informaÃ§Ã£o veio algum tempo depois: &#8220;volte aqui em 2 semanas e teremos uma resposta. Levei um susto. Era uma quarta-feira e eu estava de viagem marcada para Londres no domingo. Meu passaporte nÃ£o poderia ficar preso no consulado numa pilha de papÃ©is esperando a burocracia de um serviÃ§o pÃºblico. Expliquei para a funcionÃ¡ria de que nÃ£o poderia esperar e que gostaria de ter meu passaporte de volta. Ela ficou desconfiada e atÃ© insinuou uma a possibilidade de que meu passaporte nÃ£o fosse legÃ­timo. Como esse povo gosta de uma palhaÃ§ada. Eu insisti, atÃ© com certa ignorÃ¢ncia, em ter o meu passaporte de volta porque nÃ£o tinha mais interesse algum em tirar Â visto para lugar nenhum. Muito relutante, a funcionÃ¡ria respondeu com o famoso &#8216;agaurde um momentinho, por favor&#8217; e sumiu entre os cubÃ­culos daquela repartiÃ§Ã£o pÃºblica. Voltou algum tempo depois com o passaporte na mÃ£o devidamente &#8216;vistado&#8217; e pronto para a entrada nessa terra aqui. A Ãºnica diferenÃ§a Ã© que havia me dado um visto de 2 anos em vez de 10 anos que era &#8216;costume&#8217; na Ã©poca. Sem problema, na minha cabeÃ§a eu nunca iria precisar daquele visto mesmo, mas fiz a vontade de uma amiga.Â </p>
<p style="text-align: justify">JÃ¡ que estava em Durban, fui visitar meu amigo Carlos, o Ãºnico brasileiro que tinha contato na Ãfrica. Carlos fazia doutorado em mÃºsica na mesma universidade que eu, sÃ³ que no campus de Durban. ComeÃ§amos os nossos cursos no mesmo ano, aliÃ¡s, a primeira vez que vi o Carlos foi no aeroporto em SÃ£o Paulo quando nÃ³s dois estavamos nos preparando para pegar o mesmo aviÃ£o para Johannesburg. Notei que ele segurava um envelope com o timbre da universidade. Depois disso, nos tornamos amigos. Carlos terminou o curso de doutorado em mÃºsica e voltou para o Brasil onde hoje trabalha fazendo aquilo que gosta, fazendo mÃºsica e tocando tanto em escola de samba quanto em orquestras sinfÃ´nicas. Quanto a mim, perdi o rumo do Brasil e segui outros caminhos.</p>
<p style="text-align: justify">Tenho que admitir que a Sarah estava certa e que foi bom ter tirado o visto <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">just in case</span>Â como ela falou tentando convencer-me. Viajei intensamente pela Europa e acabei vindo parar em Boston onde, por coincidÃªncia, Sarah tambÃ©m foi parar enquanto fazia o mestrado em teologia na universidade de Harvard. Estou por aqui atÃ© hoje consciente da possibilidade de que qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento e eu posso parar em lugares menos provÃ¡veis.Â </p>
<p style="text-align: justify">Â Ã‰ engraÃ§ado dizer isso, mas, meu relacionamento com Boston Ã© antigo, pelo menos na minha imaginaÃ§Ã£o e capacidade de inventar coisas na minha mente. Lembro-me de uma situaÃ§Ã£o que aconteceu quando eu era adolescente. NÃ£o lembro as circustÃ¢ncias (melhor dizer que nÃ£o quero mencionÃ¡-las aqui), mas eu acabei na presenÃ§a de um estranho que, intrigado com o meu nome, perguntou se eu tinha parentes nos EUA (agora sei que tem muita gente por aqui tem o mesmo nome que eu no sobrenome e normalmente tem um H antes do A). NÃ£o sei porque e de onde tirei a histÃ³ria, mas minha mente viu uma possibilidade de viajar longe na imaginaÃ§Ã£o: disse que tinha familiares morando em Boston, mesmo tendo consciÃªncia de que tudo que sabia sobre Boston era o nome da cidade que, por alguma razÃ£o, soava bonito na minha mente. Mal sabia eu que um dia eu acabaria morando na tal cidade. Estou certo de que tenho alguns &#8220;poderes inconscientes&#8221; que acabam fazendo coisas acontecerem em minha vida mesmo que eu nÃ£o as planeje ou visualize mais do que um sonho ou vontade imaginativa.Â </p>
<p style="text-align: justify">Provo meu ponto: em um dia distante na minha histÃ³ria de vida de menino em Nova IguaÃ§Ãº, estava eu sentado em frene da TV tarde da noite assistindo a um desses concertos sinfÃ´nicos da madrugada. O evento se passava no conceituado Carnegie Hall de Nova York. Lembro-me bem de que assistindo ao concerto eu pensei: Se eu pudesse ir Ã  Nova York um dia, eu gostaria de visitar o Carnegie Hall. Eu nÃ£o tinha qualquer conhecimento do que era ou da importÃ¢ncia daquela casa de concertos, mas o nome e o fato de estar sendo apresentado um concerto por lÃ¡ foi motivo suficiente para despertar o meu desejo de visita. Pensei isso e provavelmente dormi porque ninguÃ©m aguentava tais concertos da madrugada sem cair no sono, afinal, nÃ£o era essa a funÃ§Ã£o de tais programas? Passaram-se os anos e eu acabei visitando Nova York pela primeira vez hÃ¡ 9 anos e Â incontÃ¡ves vezes depois disso. De vez enquando lembrava-me daquele epsÃ³dio de menino, mas nunca fiz qualquer esforÃ§o para visitar o Carnegie. Cheguei atÃ© a esquecer do acontecido atÃ© que me vi dentro do Carnegie Hall pela primeira vez na minha vida. CaÃ­ na real de que aquela era a primeira vez que entrava naquele lugar. Essa realizaÃ§Ã£o e a lembranÃ§a nÃ­tida em minha mente daquela madrugada fez meu coraÃ§Ã£o pular e meus olhos lacrimejarem. LÃ¡ estava eu, no famoso Carnegie Hall, nÃ£o como visitante, nÃ£o como turista, mas como atraÃ§Ã£o. LÃ¡ estava eu, em um camarim da dita casa de concertos trocando de roupa para apresentar-me com o coro em que canto em Boston. Meu sonho/devaneio de menino que usa a imaginaÃ§Ã£o para voar para os lugares mais absurdos estava se tornando realidade para mim. O menino sonhou de um dia visitar o Carnegie Hall para um concerto, em vez disso, lÃ¡ estava eu me preparando para entrar no mesmo palco que assisti pela televisÃ£o anos passados.Â Isso foi em abril de 2001, desde entÃ£o, jÃ¡ cantei nos mais diversos lugares e alguns atÃ© mais importantes e glamorosos que o Carnegie Hall, como algumas salas de concertos na Europa e emsmo aqui nos EUA, mas aquela experiÃªncia em Nova York ficou marcada, tanto a experiÃªncia imaginativa do menino, como a realidade que se seguiu anos mais tarde.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><span style="font-weight: bold" class="Apple-style-span">   </span></p>
<p align="center"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 23px; font-style: italic; line-height: 28px">Were diu werlt alle min</span></p>
<p align="center"><em>von deme mere unze an den Rin</em></p>
<p align="center"><em>des wolt ih mih darben,</em></p>
<p align="center"><em>daz diu chunegin von Engellant</em></p>
<p align="center"><em>lege an minen armen.</em></p>
<p style="text-align: justify">Posso falar com toda seguranÃ§a de que eu nunca havia pensado em vir morar nos EUA. NÃ£o via a possibilidade ou o interesse que me impulsionasse para tal. Uma amiga americana na universidade em Pietermaritzburg insistiu para que eu Â pelo menos fosse atÃ© Durban e solicitasse o visto para os EUA, na remota possibilidade de que eu decidisse Â visitÃ¡-la mais tarde na cidade de Menphis. Por causa de muita insistÃªncia e com muita mÃ¡ vontade, mas o que a gente nÃ£o faz por uma amiga de voz doce, peguei uma das lotaÃ§Ãµes para Durban e me aventurei em procurar o consulado americano. Preenchi os papÃ©is necessÃ¡rios, entreguei no guichÃª e perguntei quantos minutos teria que esperar. A informaÃ§Ã£o veio algum tempo depois: &#8220;volte aqui em 2 semanas e teremos uma resposta. Levei um susto. Era uma quarta-feira e eu estava de viagem marcada para Londres no domingo. Meu passaporte nÃ£o poderia ficar preso no consulado numa pilha de papÃ©is esperando a burocracia de um serviÃ§o pÃºblico. Expliquei para a funcionÃ¡ria de que nÃ£o poderia esperar e que gostaria de ter meu passaporte de volta. Ela ficou desconfiada e atÃ© insinuou uma a possibilidade de que meu passaporte nÃ£o fosse legÃ­timo. Como esse povo gosta de uma palhaÃ§ada. Eu insisti, atÃ© com certa ignorÃ¢ncia, em ter o meu passaporte de volta porque nÃ£o tinha mais interesse algum em tirar Â visto para lugar nenhum. Muito relutante, a funcionÃ¡ria respondeu com o famoso &#8216;agaurde um momentinho, por favor&#8217; e sumiu entre os cubÃ­culos daquela repartiÃ§Ã£o pÃºblica. Voltou algum tempo depois com o passaporte na mÃ£o devidamente &#8216;vistado&#8217; e pronto para a entrada nessa terra aqui. A Ãºnica diferenÃ§a Ã© que havia me dado um visto de 2 anos em vez de 10 anos que era &#8216;costume&#8217; na Ã©poca. Sem problema, na minha cabeÃ§a eu nunca iria precisar daquele visto mesmo, mas fiz a vontade de uma amiga.Â </p>
<p style="text-align: justify">JÃ¡ que estava em Durban, fui visitar meu amigo Carlos, o Ãºnico brasileiro que tinha contato na Ãfrica. Carlos fazia doutorado em mÃºsica na mesma universidade que eu, sÃ³ que no campus de Durban. ComeÃ§amos os nossos cursos no mesmo ano, aliÃ¡s, a primeira vez que vi o Carlos foi no aeroporto em SÃ£o Paulo quando nÃ³s dois estavamos nos preparando para pegar o mesmo aviÃ£o para Johannesburg. Notei que ele segurava um envelope com o timbre da universidade. Depois disso, nos tornamos amigos. Carlos terminou o curso de doutorado em mÃºsica e voltou para o Brasil onde hoje trabalha fazendo aquilo que gosta, fazendo mÃºsica e tocando tanto em escola de samba quanto em orquestras sinfÃ´nicas. Quanto a mim, perdi o rumo do Brasil e segui outros caminhos.</p>
<p style="text-align: justify">Tenho que admitir que a Sarah estava certa e que foi bom ter tirado o visto <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">just in case</span>Â como ela falou tentando convencer-me. Viajei intensamente pela Europa e acabei vindo parar em Boston onde, por coincidÃªncia, Sarah tambÃ©m foi parar enquanto fazia o mestrado em teologia na universidade de Harvard. Estou por aqui atÃ© hoje consciente da possibilidade de que qualquer coisa pode acontecer a qualquer momento e eu posso parar em lugares menos provÃ¡veis.Â </p>
<p style="text-align: justify">Â Ã‰ engraÃ§ado dizer isso, mas, meu relacionamento com Boston Ã© antigo, pelo menos na minha imaginaÃ§Ã£o e capacidade de inventar coisas na minha mente. Lembro-me de uma situaÃ§Ã£o que aconteceu quando eu era adolescente. NÃ£o lembro as circustÃ¢ncias (melhor dizer que nÃ£o quero mencionÃ¡-las aqui), mas eu acabei na presenÃ§a de um estranho que, intrigado com o meu nome, perguntou se eu tinha parentes nos EUA (agora sei que tem muita gente por aqui tem o mesmo nome que eu no sobrenome e normalmente tem um H antes do A). NÃ£o sei porque e de onde tirei a histÃ³ria, mas minha mente viu uma possibilidade de viajar longe na imaginaÃ§Ã£o: disse que tinha familiares morando em Boston, mesmo tendo consciÃªncia de que tudo que sabia sobre Boston era o nome da cidade que, por alguma razÃ£o, soava bonito na minha mente. Mal sabia eu que um dia eu acabaria morando na tal cidade. Estou certo de que tenho alguns &#8220;poderes inconscientes&#8221; que acabam fazendo coisas acontecerem em minha vida mesmo que eu nÃ£o as planeje ou visualize mais do que um sonho ou vontade imaginativa.Â </p>
<p style="text-align: justify">Provo meu ponto: em um dia distante na minha histÃ³ria de vida de menino em Nova IguaÃ§Ãº, estava eu sentado em frene da TV tarde da noite assistindo a um desses concertos sinfÃ´nicos da madrugada. O evento se passava no conceituado Carnegie Hall de Nova York. Lembro-me bem de que assistindo ao concerto eu pensei: Se eu pudesse ir Ã  Nova York um dia, eu gostaria de visitar o Carnegie Hall. Eu nÃ£o tinha qualquer conhecimento do que era ou da importÃ¢ncia daquela casa de concertos, mas o nome e o fato de estar sendo apresentado um concerto por lÃ¡ foi motivo suficiente para despertar o meu desejo de visita. Pensei isso e provavelmente dormi porque ninguÃ©m aguentava tais concertos da madrugada sem cair no sono, afinal, nÃ£o era essa a funÃ§Ã£o de tais programas? Passaram-se os anos e eu acabei visitando Nova York pela primeira vez hÃ¡ 9 anos e Â incontÃ¡ves vezes depois disso. De vez enquando lembrava-me daquele epsÃ³dio de menino, mas nunca fiz qualquer esforÃ§o para visitar o Carnegie. Cheguei atÃ© a esquecer do acontecido atÃ© que me vi dentro do Carnegie Hall pela primeira vez na minha vida. CaÃ­ na real de que aquela era a primeira vez que entrava naquele lugar. Essa realizaÃ§Ã£o e a lembranÃ§a nÃ­tida em minha mente daquela madrugada fez meu coraÃ§Ã£o pular e meus olhos lacrimejarem. LÃ¡ estava eu, no famoso Carnegie Hall, nÃ£o como visitante, nÃ£o como turista, mas como atraÃ§Ã£o. LÃ¡ estava eu, em um camarim da dita casa de concertos trocando de roupa para apresentar-me com o coro em que canto em Boston. Meu sonho/devaneio de menino que usa a imaginaÃ§Ã£o para voar para os lugares mais absurdos estava se tornando realidade para mim. O menino sonhou de um dia visitar o Carnegie Hall para um concerto, em vez disso, lÃ¡ estava eu me preparando para entrar no mesmo palco que assisti pela televisÃ£o anos passados.Â Isso foi em abril de 2001, desde entÃ£o, jÃ¡ cantei nos mais diversos lugares e alguns atÃ© mais importantes e glamorosos que o Carnegie Hall, como algumas salas de concertos na Europa e emsmo aqui nos EUA, mas aquela experiÃªncia em Nova York ficou marcada, tanto a experiÃªncia imaginativa do menino, como a realidade que se seguiu anos mais tarde.</p>
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		<title>Tempus</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 00:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nosrevla</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center"><span style="font-family: Arial; font-size: 18px; font-weight: bold; line-height: normal" class="Apple-style-span">Tempus est Iocundum</span></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-admin/images/eu89.jpg" height="149" width="103" /></p>
<p style="text-align: justify">JÃ¡ faz tempo, jÃ¡ faz muito tempo que nÃ£o escrevo em um blog. Bem, aqui vamos nÃ³s mais uma vez. Esse novo blog, em novo formato, novas cores, antigo nome e autor, vem agora com novo objetivo tambÃ©m: a idÃ©ia Ã© escrever, principalmente, mas nÃ£o exclusivamente, sobre algumas das viagens que fiz, lugares que visitei, espaÃ§os e lembranÃ§as provindas da experiÃªncia de estar em um lugar e espaÃ§o que se torna especial ou interessante. Pode ser que vire um diÃ¡rio de memÃ³rias de minhas viagens pelo mundo ou simplesmente impressÃµes sobre aquilo que tenho observado ao meu redor. Pode falar de uma viagem inesquecÃ­vel e marcante Ã  cidade do Vaticano ou simplesmente Â observaÃ§Ãµes sobre Â uma ida ao cinema e aquilo que observei no ir e vir. Enfim, vamos ver como vamos andar por essas ruas em que todos nÃ³s estamos inseridos: o grande ou o pequeno mundo ao nosso redor. Vamos em frente!Â </p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><span style="font-family: Arial; font-size: 18px; font-weight: bold; line-height: normal" class="Apple-style-span">Tempus est Iocundum</span></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://blog.nosrevla.com/wp-admin/images/eu89.jpg" height="149" width="103" /></p>
<p style="text-align: justify">JÃ¡ faz tempo, jÃ¡ faz muito tempo que nÃ£o escrevo em um blog. Bem, aqui vamos nÃ³s mais uma vez. Esse novo blog, em novo formato, novas cores, antigo nome e autor, vem agora com novo objetivo tambÃ©m: a idÃ©ia Ã© escrever, principalmente, mas nÃ£o exclusivamente, sobre algumas das viagens que fiz, lugares que visitei, espaÃ§os e lembranÃ§as provindas da experiÃªncia de estar em um lugar e espaÃ§o que se torna especial ou interessante. Pode ser que vire um diÃ¡rio de memÃ³rias de minhas viagens pelo mundo ou simplesmente impressÃµes sobre aquilo que tenho observado ao meu redor. Pode falar de uma viagem inesquecÃ­vel e marcante Ã  cidade do Vaticano ou simplesmente Â observaÃ§Ãµes sobre Â uma ida ao cinema e aquilo que observei no ir e vir. Enfim, vamos ver como vamos andar por essas ruas em que todos nÃ³s estamos inseridos: o grande ou o pequeno mundo ao nosso redor. Vamos em frente!Â </p>
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